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Se ainda não assistiu a série, CUIDADO, pode ter spoilers!

A segunda produção de Ryan Murphy para a Netflix, intitulada Hollywood, mal chegou e já tem dado o que falar.

Acompanhando um devaneio utópico do que seria a Hollywood dos anos 40, pós guerra, se um grupo de aspirantes artistas revolucionassem o universo cinematográfico, através de um filme que mostrava a luta das minorias em conquistar um espaço na indústria; Hollywood ousa com toda luxúria, glamour e coragem, assinatura essa de seu criador.

Os seis primeiros episódios da minissérie mistura realidade e ficção… No entanto, há um motivo para o episódio final se chamar “A Hollywood Ending“, pois se baseia na premiação do Oscar de 1948, onde a tolerância e a abertura às minorias em Hollywood era inexistente, podendo ser vista, por décadas.

Assim como Tarantino em Era Uma vez em Hollywood, Murphy transformou a realidade daquele oscar, em um episódios de realizações de desejos. Pois bem, naquela 20º cerimônia do Oscar não houve um filme, chamado Meg, que revolucionou a indústria, na verdade os ganhadores reais daquela noite foram:

Body and Soul, ganhou o oscar de Melhor edição de filme;
Edmund Gwenn, ganhou o prêmio de melhor ator coadjuvante por Miracle on 34th Street;
Donald Crisp, levou o prêmio de melhor diretor;
Celeste Holm, foi a verdadeira vencedora do Oscar de Melhor atroz coadjuvante e não Anna May Wong;
Sidney Sheldon, ganhou o Oscar de melhor roteiro original;
Elia Kazan, foi quem levou o Oscar de melhor direção;
-O Oscar de melhor atriz foi para Loretta Young;
-E o filme “Acordo de cavalheiros” levou a estatueta de melhor filme.

Mesmo idealizando uma série de mudanças significativas, o show é enfático em retratar, o brilho, o glamour, a ganância e a ambição real de Hollywood.

Afinal, gostando ou não, Hollywood de Murphy tem muito a nos dizer sobre a história do cinema. Cabe a nós estarmos abertos a perceber. E você curtiu o show?
Conta pra gente o que achou da série!

Hollywood já está disponível na Netflix.

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