O quarto episódio da segunda temporada de The Mandalorian chegou e trouxe não apenas o retorno dos queridos personagens da primeira temporada, Cara Dune e Greef Karga, como também um velho assunto conhecido dos fãs. O episódio, que recebeu o título de The Siege, levou Mando e Baby Yoda de volta a Nevarro, o planeta localizado na Orla Exterior da Galáxia.

Em determinado momento do episódio, Cara, Mando e Greef vão até uma antiga base averiguar o que acontece ali. Lá eles se deparam com stormtroopers, além de pilotos que usam o emblema do Império e uma antiga gravação de Moff Gideon traz de volta um assunto há muito não mencionado dentro da franquia Star Wars. Moff menciona os midi-chlorians, microorganismos que residem nas células de todos os seres vivos em condição de simbiose. Na franquia de George Lucas, descobrimos que uma pessoa que tem uma contagem mais alta que o normal de midi-chlorians no corpo, terá uma tendência a manipular a Força.

O assunto aparentemente teria grande importância para os fãs da franquia, mas foi basicamente esquecido e só voltou a ser mencionado quando Palpatine tenta levar Anakin para o lado negro. Em The Mandalorian, ficamos sabendo que nosso querido Baby Yoda tem uma contagem alta de midi-chlorians, o que explica sua manipulação da Força com tão pouca idade. Moff deixa claro que estão usando o sangue do pequeno para tentar fabricar guerreiros para o Império, capazes de manipular a Força.

Os fãs

Trazer de volta os midi-chlorians vem dividindo a opinião dos fãs,  por misturar uma questão espectral, que seria a Força, com algo puramente científico. Seria possível que algo tão mágico como a Força pudesse ser explicado apenas por moléculas presentes no sangue? Em O Retorno de Jedi, Luke diz que Leia também pode usar a Força porque ela é forte na família Skywalker, ou seja, a Força seria hereditária. Seria pelos midi-chlorians ou por um motivo ainda maior?

The Mandalorian é exibida semanalmente no Disney+.