Se você terminou de assistir a última temporada de Dark, certamente alguns questionamentos ficaram na sua cabeça. Principalmente no que se refere ao final da série.

No final da segunda temporada de Dark, a série introduziu outra reviravolta no público: não apenas os personagens puderam viajar no tempo, mas também puderam atravessar mundos diferentes. A questão não era apenas quando os eventos estavam acontecendo, mas também em qual realidade eles estavam acontecendo. Uma nova realidade também significava versões diferentes dos mesmos personagens.

Nesta temporada, descobrimos que a Martha do mundo 2 passou por uma jornada muito semelhante à de Jonas na primeira temporada. Com a ajuda dele, ela aprende sobre o próximo apocalipse e a máquina do tempo. No entanto, este não é o caminho para interromper o ciclo. Como mostra o programa: o que eles sabem é uma gota, enquanto o que eles não sabem é um oceano. E é apenas no último episódio que os personagens e o público aprendem a verdade.

Em entrevista ao THR, Baran bo Odar e Jantje Friese, os criadores do show, esclarecem algumas lacunas.

Um dos maiores questionamentos dos fãs era acerca do olho de Woller, e como tudo parece ser em Dark, nada mais foi , que uma metáfora:

“A pergunta sobre os olhos de Woller é sobre: ​​existe um deus ou não? Isso, para nós, é uma metáfora. Você nunca pode dar uma resposta satisfatória. Você nunca saberá a resposta. É o que amamos nessa coisa. Sabemos que as pessoas vão enlouquecer com isso, mas sempre soubemos que essa seria a nossa resposta: não temos uma resposta, porque não sabemos se existe um deus ou não”. – Explica Baran

“Deveria haver uma cena na segunda temporada que foi cortada. Existem algumas histórias que ainda existem quando ainda há perguntas em aberto. Por isso decidimos não mostrá-lo”. – Conclui Friese

Como esperávamos, muitas das perguntas realmente não eram para ser respondidas e sim, para que o espectador tirasse suas próprias conclusões. Um exemplo é a do filho que Hanna esperava no episódio final. Seria ele o Jonas que nós conhecemos? “Cabe realmente ao público responder. Eu tenho uma resposta, mas é muito pessoal. Você pode ter uma resposta, e é muito pessoal. Essa é a beleza de contar histórias. Você terá algo muito pessoal em relação à história”. – Esclareceu Odar.

Os showrunners, ainda falaram que a ideia sempre foi de serem somente três temporada; Mencionaram que mesmo tendo muito do que se aproveitar para criar histórias derivadas de Dark, não pretendem preencher essas lacunas. Além disso, explicaram que os outros mundos seriam inseridos na segunda temporada, contudo ainda era preciso ajustar o “Quebra-cabeça’. E que Quebra-Cabeça, não é mesmo?!

Em sua terceira e última temporada, “Dark” traz um desfecho intrigante que vai além dos conceitos de tempo e espaço. Jonas chega a um novo mundo e tenta entender o que essa versão de Winden significa para seu próprio destino. Os que permanecem no outro mundo precisam descobrir uma maneira de quebrar o ciclo, que agora não apenas altera o tempo como também o espaço. Dois mundos. Luz e escuridão. E, ao centro, uma trágica história de amor.

Todas as duas temporadas de Dark estão disponíveis na Netflix. A terceira temporada estreia dia 27 de junho.

Aqui, você encontra as nossas primeiras impressões, sem nenhum spoiler!

Aproveitem para conferir nossa playlist da séries!

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