Os filmes longos precisam acabar?

Em tempos de premiações e filmes mais complexos que divergem do gosto popular, volta sempre o questionamento: Filmes longos no cinema, ainda funcionam?

Lily Gladstone, Robert de Niro e Leonardo di Caprio em Assassinos da Lua das Flores (Apple)

As redes sociais conseguiram otimizar a expectativa do consumidor de conteúdo. Não apenas os vídeos são rápidos, os pensamentos objetivos e as conclusões absurdas, mas também, a mente das pessoas passou a limitar sua tolerância ao complexo mundo do cinema. Ainda mais quando se trata de histórias com embasamento cultural e regional. Aí que complica mais ainda. O novo público quer ver apenas “5 restaurantes para comer na região nativa dos Estados Unidos”, e não uma longa dissertação Scorsesiana sobre o extermínio de um povo. Isso é complexo demais para eles – e longo demais – e chato demais – e intenso demais – e, desnecessário demais.

Mas, mataram o cinema? Tem como matar? Tem como uma geração destruir uma tradição de histórias complexas com suas novas exigências? Mais: Por que elaborar novas exigências clamando por mudanças e substituições de comportamentos, se sempre podemos agregar e ampliar? Confira tudo o que falamos sobre esse tema no nosso canal do Youtube:

Cris Siqueira em vídeo sobre os questionamentos de filmes longos no Youtube

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