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Jurassic World Domínio, que está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil, além de contar com um elenco estrelar, é um filme repleto de tecnologia, inovações, e novidades, como, por exemplo, dinossauros inéditos. 

Além das conhecidas espécies como T.rex, Blue, Dilofossauro, Giganotossauro, Therizinossauro, Quetzalcoatlus, Atrociraptor, Pyroraptor, Dimetrodon e Listrossauro, em Jurassic World Domínio, a equipe de criação deu vida a estes 10 novos dinossauros que existiram de verdade e foram aprovados pelo consultor paleontólogo da produção, Stephen Brusatte, que é professor na Universidade de Edimburgo. 

Algumas das novas espécies são: Oviraptor, Juvenile Baryonyx (primo do Espinossauro, é um predador violento e vil, com dentes afiados, mas que também se alimenta de peixes), Parassaurolofo (comedor de plantas com bico de pato, um gigante gentil, é uma das poucas espécies que os cientistas conseguiram determinar o som que produzia: semelhante ao de uma tuba com seus foles em movimento), Dreadnoughtus (enorme dinossauro herbívoro de pescoço comprido, primo do Braquiossauro, teria o peso de um Boeing 737), Microceratus, Moros Intrépido e Iguanodonte.

Colin Trevorrow trabalhou desde o início com colaboradores que possuem a mesma paixão por dinossauros e, utilizando-se da tecnologia atual, conseguiu produzir criaturas animatrônicas (dispositivos robóticos que recriam seres vivos). Supervisor da animatrônica, John Nolan comentou que conseguiu o trabalho dos seus sonhos, já que é um super fã da franquia Jurassic World. 

Confira abaixo algumas curiosidades sobre os dinossauros que ganharam vida em Jurassic World Domínio:

1. Os únicos personagens-dinossauro que apareceram na franquia e precisavam manter a identidade visual eram o T.rex e o Dilofossauro. Com todos os outros, os designers estavam livres para criar ou recriar, até porque as pesquisas sobre dinossauros avançaram muito nos últimos anos;

 2. O Dilofossauro é o primeiro e único dinossauro – que o público verá na tela – do qual foi produzido uma réplica real. Não houve efeito visual, parcial ou total, de substituição. Seus movimentos foram criados por uma equipe de fantoches de doze pessoas;

 3. Para recriar o cuspe pegajoso do Dilofossauro de Jurassic Park, os técnicos usaram uma mistura que incluía Ultra Slime, bolo, corante alimentar, água e um agente espessante chamado metilcelulose, frequentemente usado em milkshakes de fast-food;

4. Qualquer eventual disparidade entre as características reais dos dinossauros e sua aparência nos filmes Jurassic tem uma única razão: nos filmes, os cientistas usaram partes de DNA animal contemporâneo (como de sapos) para preencher as lacunas no DNA dos dinossauros;

 5. Foram criados para as filmagens gafanhotos totalmente animatrônicos, com 70 centímetros de comprimento;

 6. Dinossauros de verdade tinham cores vibrantes. Alguns tinham até penas brancas, marrons, pretas, vermelhas. Outros, penas iridescentes, que brilhavam ao sol como as de um corvo. Alguns tinham padrões de camuflagem ou sombreados em seu corpo. Outros, anéis na cauda, como um guaxinim. Eles não eram lagartos lentos, pouco inteligentes e de cor parda, eles eram muito mais vigorosos, inteligentes, coloridos, com um quê de pássaros. É essa a concepção visual do novo filme.

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