GAME OF THRONES | Surgimento da Casa Martell e a fuga Roinar para Dorne!

A trama “deixada à míngua” na série Got

Mesmo com sete temporadas, a série Game of Thrones ainda deixa inúmeros enredos de lado, seja por não ser tão relevante para o final da trama ou devido a seu custoso desenvolvimento para o canal pago HBO, assim é o caso da Casa Martel. Mas pera ai… na série vimos coisas sobre essa casa Martell sim… tudo bem que nao foi la grande coisa, mais conhecemos muitos personagens marcantes desse enredo! Correto, no entanto, me cinto na obrigação de lhes contar que a trama abordada no enredo da série é… digamos que imensamente mais rica e com muitos pontos diferente da que ocorre nos livros! o/ Sério!!! Vai ate o fim do textão porque a Casa Martell é maravilhosa e emocionante! Mas pra vocês entenderem corretamente essas diferenças é necessário voltar um montão no passado… Preparados? o/ Sabemos que Dorne é uma grande península, correspondente a parte meridional de Westeros; é a região mais ao sul do continente de Westeros, sendo o local mais quente dos Sete Reinos, com um grande deserto escaldante, porem, possui áreas de grande prosperidade, onde se encontra água pura e terra fértil para plantio; podemos afirmar que são regiões  chamadas de oásis nos desertos reais de nosso planeta. Os dorneses são tipicamente pessoas de pela mais escura, em sua maioria morenos “jambo” ou negros. *a famosa e linda pele “olivada” que tanto se fala nos livros* mas também existem algumas regiões com características andalas, no entanto me aprofundarei melhor num próximo post. CURIOSIDADE 1: o que os diferencia os dorneses, tanto historicamente como etnicamente, dos demais reinos de Westeros é a “Invasão Roinar”, sendo assim, sua culinária, aparência e arquitetura se assemelham às das culturas do Mediterrâneo, como Grécia e Turquia, assim como a alegria e energia comum aos povos de Gana e da Índia. *as demais regiões de Westeros foram inspiradas na cultura da Europa Ocidental. A casa protetora dessa região é a “Martell” e sua origem é parcialmente desconhecida: sabe-se que ela surgiu com a invasão ândala junto aos conflitos iniciais contras as “crianças da floresta”, porem, seu povo preferiu permanecer na região mais ao sul do continente devido ao clima mais confortável; com o passar das décadas a casa Martell foi se mantendo fixa na região conhecida hoje como a capital dornesa “Lançassolar”. No inicio era uma pequena família que, assim como tantas outras, seguia a liderança dos mais fortes guerreiros Ândalos da época. O primeiro Martell oficialmente conhecido foi “Morgan O Aventureiro” senhor da fortaleza chamada de “Navio de Areia”, sendo essa sua primeira casa oficial. CURIOSIDADE 2: a capital Lançassolar nem sempre foi essa beleza que vimos na série/livros, em seus primeiros anos era apenas um forte pequeno a beira mar, possuía uma torre baixa, feia e quadrada; um forte de Guerra feito de pedra solida. Com o passar dos anos a cidade foi crescendo a seu redor e o “Palácio de Lançassolar” foi recebendo melhorias, no entanto, essa torre feia e quadrada ainda consta em suas estruturas como lembrança de suas origens. De origem Ândala, Morgan veio com sua família para Dorne e reivindicou a terra que pertencia a duas outras pequenas casas ândalas Wade e Shell para seu povo: os derrotou em batalha, tomou suas vilas e assim estabelecendo seu próprio domínio na região costeira de Dorne; as vilas foram se formando ao seu redor e assim foram surgindo pequenos feudos que optaram por seguir a liderança Martell. CURIOSIDADE 3: casas vizinhas de menor casta viram nos Martell uma chance de sobrevivência em meio a tantos confrontos de território que ocorriam na época; sendo uma família forte e de conhecimento de guerra, os Martell conseguiram manter o domínio na península quase que por completo ao longo de muitas gerações, protegendo seu povo de investidas externas. *Seu símbolo oficial era um lança de combate em um fundo vermelho alaranjado e esse foi seu emblema oficial ate a dominação Roinar que ainda veremos a frente. Sua principal casa rival eram os Yronwood, uma antiga família nobre que já chegou a governar metade de Dorne e se auto-intitulavam reis; eles possuíam domínios significativamente maiores que os da rival, fato esse que os Yronwoods não deixam ninguém esquecer ate hoje tanto que ainda mantém o titulo de “O Sanguerreal”. CURIOSIDADE 4: as terras dos Yronwoods sempre foram bem protegida e férteis, sendo terras arborizadas e também cheias de valiosos minérios de ferro, estanho e prata, fazendo deles os mais ricos e poderosos Lords de Dorne; sua sede é “Paloferro” e tinha o controle do importante “Caminho do Espinhaço”, uma das duas grandes passagens de acesso para Dorne; isto é retratado em seu título de “Guardião do Caminho de Pedra”, seu lema é “Nós Guardamos o Caminho” justamente devido a esse titulo, assim como seu símbolo é um portão. Orgulhosos e teimosos mantiveram conflitos constantes com a casa Martell por muitos anos ate a chegada do povo Roinar, cerca de 700 anos antes da conquista de Aegon Targaryen. *Mas para entender melhor esse confronto tão importante para o enredo de Dorne é necessário compreender a chegada do povo Roinar a Westeros e seu real impacto sobre o povo. Sendo assim, agora viajemos para alem mar, no continente de Essos, onde um povo forte e corajoso se desenvolveu as margens do maior e mais poderoso rio do mundo conhecido em Game of Thrones: o povo Roinar. Ergueu-se ali, uma civilização e uma cultura tão forte e guerreira quanto o Império de Ghis: essa civilização chamada de Roinar tinha o rio como uma divindade a chamada “Mãe Roine”, pois era das suas margens férteis que tiravam o sustento de seu povo: o rio era o lar deles, sua mãe, sua deusa, e poucos desejavam viver longe dali. CURIOSIDADE 5: o Rio Roine tem muitos afluentes e se estende por quase o continente todo de Essos, trazendo fertilidade a suas terras e trabalho para o povo agricultor. *muitos dizem que no ponto mais largo do rio, um homem parado ao centro não poderá ver ambas as margens de tão extenso que o rio é. No inicio seu povo usava como proteção armaduras escamadas que brilhavam como prata polida ao sol *similares a escamas de animais aquáticos*, capacetes com rosto de peixes, escudos e lanças tão fortes que ninguém sabe ao certo o seu material ate hoje *muitos dizem que eram feitos de carapaças de tartarugas; era comum que os inimigos invasores ao verem o povo trajado assim, gargalhassem com a visão, porem, ao longo das batalhas sempre pereciam diante da incapacidade de ferir o povo Roinar. CURIOSIDADE 6: Os roinares ergueram ao longo das margens do Rio Roine vilas e cidades elegantes que marcaram a historia com sua arquitetura ovalada e cheia de beleza como por ex: Ghoyan Drohe nas “Colinas de Veludo”, com seus bosques e cachoeiras belíssimas; Ny Sar, a cidade das fontes, considerada a capital Roinar, sempre animada com músicas e danças e seu palácio central feito de jade e mármore rosa; Ar Noy e Qhoyne, cidades irmãs com seus salões de mármores verde; a clara Sar Mell cheia de flores por todos os lados e Chroyane, a maior de todas, a Cidade do Festival, diz-se que suas ruas eram feitas de água e as suas casas de ouro, com seu grande “Palácio do Amor” ao centro para as festividades. Mesmo sendo uma das maiores nações de Essos não conseguiram resistir à dominação Valíriana, o que ficou conhecida como a “Segunda Guerra das Especiarias”, nesses eventos, três Senhores de dragões da Cidade Franca de Valíria se juntaram a Volantis na guerra para tentar destruir a cidade portuária roinar de Sarhoy no Mar de Verão. Os roinares responderam se unindo sob a liderança forte do príncipe da cidade de Chroyane: Garin “O Grande” que unio o povo e armou suas defesas com aproximadamente 250 mil guerreiros rainares, tentando deter o avanço dos valírianos sobre as terras de Roine. Durante intensa batalha, os arqueiros Roinares conseguiram abater duas das feras de fogo, porem, não foi o suficiente para evitar que a destruição e a morte avançassem sobre as cidades. A conquista Valíriana não era piedosa e ficava ainda mais brutal e sangrenta quando havia resistência. Era tantos dragões que vieram depois desses dois abates que as lendas contam que não se era possível ver o azul do céu… apenas milhares de asas e bocas cheias de dentes como laminas, que expeliam fogo, derretendo fortalezas de mármore puro e fervendo as águas dos rios, trazendo morte, sangue e cinzas por onde passavam. Mesmo tendo segurado o inimigo com coragem e ferocidade o máximo que pode, o príncipe Garin sofreu pesadas baixas para os “Senhores de Dragões” e foi posteriormente derrotado e morto. CURIOSIDADE 7: existe uma lenda que diz que depois de capturado, Garin foi pendurado no meio de sua cidade em uma gaiola de ouro e em meia a zombarias dos soldados valírianos ele recitava um prece a “Mãe Roine” implorando por ajuda para destruir seus inimigos: naquela mesma noite, as águas subiram de repente e invadiram as ruas Chroyane por completo, levando a destruição das construções e assim afogando muitos do exercito invasor; daquele dia em diante, o espírito dos conquistadores caídos teriam permanecido abaixo d’água, assombrando assim as ruínas de Chroyane conhecida hoje como a “Cidade de Sofrimentos” * dizem também que um ar frio ainda sobe da escuridão e das névoas que infestam as ruínas da cidade de Chroyane e o corpo de Garin “O Grande” se ergue do seu túmulo feito de água sagradas e o tornou o  “Príncipe dos Sofrimentos” para a eternidade. As lendas dizem que depois que as águas do Rio Roine subiram em socorro de seu povo e afastaram os valírianos dali, a nação Dragão só se foi por completo devido a um peste que emergiu das águas do rio, que fez a pele dos Valírianos endurecerem, se partir e enegrecerem como velhas escamas só que ressecadas como pedra, e foi daí que surgiu às primeiras citações da doença conhecida como “A Maldição de Garin” ou popularmente conhecida por nós fãs como “escamagris”. *os Meistres da Cidadela banalizam tal origem e afirmam que ela surgiu muito antes dos ocorridos na região Roinar… Se a lenda se é real ou não, apenas Martin como mestre e senhor das palavras em Got para confirmar. CURIOSIDADE 8: Durante os eventos do livro “Dança dos Dragões”, Tyrion esta indo para seu destino em Volantis, navegando ao longo do Pequeno Roine e passa pelas ruínas de Ghoyan Drohe, Ny Sar, e Sofrimentos. Na serie foi dito que o local era as ilhas perdidas de Valíria, porem na obra, a região onde os “homens de pedra” são exilados é a região roinar de Chroyane. *Em Bravos há um monumento em homenagem ao Príncipe Garin mostrando um discurso que ele fez na véspera de uma batalha e lá eles ainda o enaltecem por sua bravura diante dos conquistadores de Valíria. Quando a Princesa regente da capital Ny Sar, Nymeria, soube da derrota e escravidão de seu valente povo perante o império Valíriano e da doença devastadora que atingiu sua terra, com medo do destino de sua nação ela decidiu reunir os sobreviventes das regiões que não tinham sido levados como escravos  e partiu de Essos em seus mais de dez mil navios rio abaixo. Nymeria liderou sua frota feita apenas de mulheres viúvas, homens aleijados, idosos, adolescentes e crianças de colo, ao longo de todo o Rio Roine ate chegar ao mar aberto. No caminho, passou por cidades em chamas e centenas de milhares cadáveres queimado que jaziam no rio que um dia foi tão amado; nesse momento ela se lembrou dos primeiros contatos com a sociedade Valíriana e como seu povo foi cortes e receptivo com os estrangeiros e não somente eles, mas ela também não tinha prestado atenção nos sinais que a “Mãe Roine” deu ao longo do tempo. Lembrou-se da embarcação Valíriana que havia capturado e morto um tartaruga gigante, animal esse sagrado para seu povo, e nada tinha sido feito como punição: “-PERDOE! POIS NÃO NOS CONHECEM, NÃO SABEM DE NOSSAS TRADIÇOES!” – diziam os sábios na época… Anos depois ela se via partindo de sua terra natal não como guerreiros que sempre foram e sim, como foragidos, pessoas lutando por suas vidas apenas, tal qual um tartaruga presa a uma rede… E ela chorou! Viu de longe suas lindas e monumentais construções ardendo em fogo e sangue, campos e pequenas vilas consumidas e orou… Mas apenas por pouco tempo, afinal a divindade “Mãe Roine” já nada lhes podia dar, alem de fuga segura do inferno dos Dragões. Ali, perante a tanta destruição ela se fez uma promessa: nunca mais seria humilhada como estava sendo naquele momento, acharia um novo lar para recomeçar e então nunca mais seu povo seria novamente conquistado. #amemmulher o/ Buscando evitar Volantis e suas tropas Valírianas, Nymeria optou por seguir pelos canais mais antigos que somente seu povo conhecia, emergindo no Mar de Verão, onde antigamente ficava Sarhoy e agora estava completamente em chamas. CURIOSIDADE 9: a crueldade valíriana não tinha limites… dizem que os soldados valirianos após atear fogo em tudo, esperaram pacientemente as chamas se extinguirem, salgaram a terra para que nada ali tornasse a nascer; fazendo disso uma punição eterna contra os roinares resistentes. #cruel Já em mar aberto teve mais de uma centena de navios naufragados perante a primeira tempestade que encontraram *na época seus conhecimentos marítimos ainda não era eficazes para evitar tamanhas perdas*; depois de muito navegar, já quase sem comida, Nymeria e seu povo conseguiram chegar com a frota remanescente na chamada “Ilha de Toads” ou como é popularmente conhecida a “Ilha dos Sapos”, onde NÃO permaneceu muito tempo devido às exigências dos corsários que por lá dominavam a região, Nymeria se viu sozinha e mais uma vez tomou um decisão que mudaria tudo, partiu novamente com sua frota para o mar, esperando encontrar refúgio nas selvas úmidas de Sothoryos. CURIOSIDADE 10: as Ilhas Basilisco, onde fica a “Ilha dos Sapos” pertencem ao continente de SOTHORYOS, são povoadas e possuem comercio muito ativo; já o grande continente em si, também conhecido como Sothoros que é uma gigantesca extensão de terra selvagem habitada apenas por tribos de selvagens chamados de “Homens Tigrados” ou “Demônios Listrados” e tem sua mata fechada povoada por animais bestiais inimagináveis em qualquer outro local do mundo de Got; coberto de selvas e largamente inexplorado, muitos fãs da saga alegam que tenha aproximadamente o tamanho da África em nosso mundo. *falarei mais sobre esse continente em outro post no futuro o/. A princesa Nymeria permaneceu com os navios em Zammetar, uma antiga colônia Ghiscari abandonada há mil anos e ali ficou ate se restabelecer da queda de seu império. Durante esse período, não se sabe ao certo o que aconteceu, porem, o povo que estava com a princesa Nymeria se fortaleceu como nunca visto *alguns dizem que magia antiga foi encontrada através do contato com os selvagens e dessa magia emanou a garra necessária para continuar; outros apenas que os mais idosos e os homens aleijados ensinaram aos demais os segredos roinares da guerra.* o/ admito que gosto mais da segunda opção que a primeira e vocês? Enfim, o que realmente pode-se afirmar, é que quando voltaram ao mar já não era o mesmo povo abatido que fugiu do império Valíriano. Após esse período de convalescênça moral, Nymeria ergueu suas velas de sua frota marítima já bastante desgastada, e navegou para o oeste, seguindo para Westeros, continente esse que ela tinha escutado muitas canções dizendo se tratar de um novo mundo de oportunidade; com seus navios em piores condições, chegou a Dorne, perto da foz do rio “Sangueverde”, não muito distante das antigas muralhas de pedra e areia de Lançassolar, sede da Casa Martell. CURIOSIDADE 11: O Rio Sangueverde recebeu este nome devido a sua água verde escura, lentas, rasas e com grande fluxo de embarcações. O então Lord Mors Martell, Senhor de Lançassolar, foi pego de surpresa pelos navios em seu quintal marítimo e quase nada pode fazer, quando deu por si os sobreviventes roinares, liderados por Nymeria, já estavam dentro de sua fortaleza reivindicando o local. Nymeria e seu povo decidiram recomeçaram suas vidas ali através não de morte, mas sim de uma aliança com a Casa Martell, invadiram a sede de Lançassolar com seus estandartes de Sol e tomou Mors Martell como marido, tomando assim o sobrenome Martell para si. CURIOSIDADE 12: não se sabe ao certo o que ocorreu nesse período, mas as lendas e canções dizem que Nymeria não deu muitas opções a Mors Martell, quando ela invadiu sua sede, era casar ou casar, porem, os mais românticos acreditam que Mors se encantou pela força e bravura da Princesa Roinar e decidiu não entrar em conflito contra a belíssima mulher aceitando assim o casamento com muita disposição; Nymeria era uma mulher alta de excepcional beleza, de pele oliva, olhos e cabelos escuros e tinha aproximadamente 22 anos nessa época. Quando Mors tomou Nymeria como esposa, centenas de seus guerreiros, escudeiros e casas vassalas fizeram o mesmo com as mulheres roinares, em sua grande maioria viúvas, que embarcaram nos navios de Nymeria após a derrota para Valíria; dessa maneira, os dois povos se uniram também pelo sangue fazendo da mistura étnica se expandir com rapidez.  Para celebrar essa união, para garantir que seu povo não abandonaria a nova terra e assim provar que sua dedicação ao novo lar era real, a princesa pediu que ateassem fogo em seus navios roinares, dizendo ao povo dornes que suas intenções ali não eram de conquista e sim fazer dessa nova terra seu lar eterno.  Além disso, Nymeria nomeou Mors Martell Príncipe de Dorne, ao estilo roinar, assegurando seu domínio sobre “as areias vermelhas e brancas, e todas as terras e rios das montanhas até o grande mar de sal”. *chegou a escorrer um lagrima aqui… kkk. As lendas de Nymeria me emocionam de verdade: ver um mulher em real posição de poder em um mundo onde apenas os homens detém o comando é fantástico #obrigadamartin. *não me esqueci das tantas outras mulheres de destaque na narrativa de Got não ta… É que Nymeria represente um força diferente e tem um lugar especial em meu coração de leitora. O.B.S: Lembro-lhes que a personagem Arya ama profundamente as historias de Dorne e sua princesa guerreira, tanto que o nome de sua loba foi dado em homenagem a corajosa Roinar que colocou o orgulho de lado e decidiu que ela mesma iria salvar seu povo…

Consciência? Acho que não! Arya tem como objetivo máximo vingar seus familiárias mortos, mas acima de tudo… ela deseja um lar novamente.

Martin já disse em varias entrevistas que a personagem Arya devia ter morrido no livro 2, porem, quando mais escrevia sobre ela mais queria escrever e assim, decidiu que ela seria então um espelho de todas as fortes mulheres que existem direta ou indiretamente em seu enredo… Ate onde ela ira? Nem ele sabe ao certo kkk só sabe que seu final não será o clássico e sim o ÉPICO! MAS VOLTEMOS A DORNE… Nymeria se sentou ao lado de Mors e junto a ele construiu uma nova casa cheia de personalidade e regras distintas das demais outras: a CASA NYMERIOS MARTELL. PRA NÃO FICAR TAO IMENSO O TEXTO, VOU DEIXAR O RESTO DA TRAMA PARA OS PRÓXIMOS PROST…

ESTÃO ATE LÁ O/ FUI!