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Quantas vezes nos perguntamos, se alguém olha por nós? Se alguém nos protege? Muitas! Mais ainda são as crenças que giram em torno dos conhecidos “Anjos” que carregam esse fardo de nos cuidar por milênios. No entanto, “Ninguém tá olhando” chega pra mudar nossa concepção destes famigerados seres celestiais.

Entrevistamos o elenco da série e o diretor Daniel Rezende a convite da Netflix e questionamos qual seria a metáfora mais interessante abordada na série, afinal somos dos textões, e eles responderam:

“Eu acho que foi o fato da série questionar o próprio questionamento… Poder olhar e se enxergar… Poder rir e se questionar.” – Daniel Rezende

“Eu gosto muito, que a série bate na questão “A gente tá aqui por conta própra ou tem alguém administrando?”” – Júlia Rabello

“Eu gosto do olhar outsider da humanidade, você colocar o Angelus pra olhar a humanidade” – Victor Lamoglia

“Eu adoro o fato de todos poderem ser contraditórios…. é muito bom ver uma série que mostra um outro universo e nos coloca em autoquestionamento.” – Kéfera

 

Pedimos para escolherem o melhor momento para se ter um Angelus na Terra, e o Vitor respondeu gargalhando:

“Quando eu quebrei a cabeça com 4 anos caindo no escorrega. Meu pai e eu desmaiamos e o corpo de bombeiros na praça ajudou.” 

O show, não é um conflito entre bem ou mal e sim sobre questionar o moralismo, e até mesmo se autoquestionar; afinal o que precisamos saber é que não há na vida uma verdade absoluta.

Se puder te dizer o que esperar,além de se divertir muito; Não espere respostas e sim reflexões; sobre si e principalmente sobre as ficções narrativas estabelecidas pela sociedade e que ficam e até hoje não sabemos o porque.

Ninguém tá olhando já está disponível na Netflix