NÃO ESPERE COISAS COMUNS NESSE FILME!
Durante o
Super Bowl (que rolou na madrugada de ontem para hoje) a
Netflix surpreendeu a todos com o anúncio de que o
terceiro filme da franquia Cloverfield iria ser lançado somente em seu catálogo, e já na manhã de hoje. E como todo fã de ficção-científica,
nós já corremos para assistir o filme e dar nosso veredito sobre ele!
Ainda não sabemos se esse lance de revelar o lançamento no dia seguinte após a revelação do primeiro (e único) trailer do filme foi uma
grande jogada de marketing mas funcionou.
O filme conta uma história bastante
concisa e coerente com a vida real mas que mistura toda a
fantasia e misticismo que vivemos em nossas mentes.
Na história, um
grupo de cientistas é escolhido a dedo para resolver um grande problema da humanidade:
a escassez de toda e qualquer fonte de energia.
Para isso, foi criada uma estação espacial com um mega acelerador de partículas, chamado de
Shepard, que tenta resolver de uma vez por todas com o problema da energia na Terra.
Porém algo sai (muito) errado nessa história toda e é aí que começa toda a verdadeira história do filme.
O que acontece é que depois de quase 2 anos morando nessa estação espacial, nenhum experimento com o Shepard deu certo, até o ponto que o médico “Monk” Acosta, o brasileiro da equipe, pede em suas orações que o experimento – que seria a ante-penúltima vez que aconteceria, já que o combustível para os “tiros” da Shepard estavam acabando – dê certo.
Antes do início da nova tentativa, um professor revela sua teoria, chamada de O Paradoxo de Cloverfield, em que o experimento poderia abrir portas para outros tempos, dimensões e até mesmo liberar demônios na Terra.
Depois disso tudo, eles iniciam a nova tentativa que dá e não dá certo. Como assim? Vamos lá. O experimento deu certo depois de quase dois anos em um looping de tentativa e falha, só que uma sobrecarga no acelerador acontece e a estação é lançada para OUTRA DIMENSÃO (leia com a voz do Saga de Gêmeos).
Mas o grande problema não reside só aí. Essa dimensão é um universo paralelo do nosso, com os mesmos problemas, mesmas pessoas porém com decisões diferentes.
Uma dessas decisões que alteraram um pouco da história daquele universo paralelo para o universo original é que Ava
Hamilton – personagem interpretada por
Gugu Mbatha-Raw – escolheu não ir à estação e ficou na Terra.
E como ela soube disso?
Um membro da tripulação da Shepard daquele universo acabou parando – de alguma forma – presa entre as paredes da estação.
Como todo filme de ficção científica, muitas reviravoltas ocorrem na história, porém
o que interessa aí é o inesperado. Não espere
coisas comuns que acontecem em filmes genéricos de ficção-científica nesse filme, até porque
o inesperado é a grande assinatura da franquia Cloverfield.
Finalizando nossa análise (quase) sem spoilers, o filme é
uma boa pedida para quem ama o gênero e posso garantir com total certeza que
o terceiro filme dessa franquia é o melhor de todos.
Ah, e não se assustem com o final do filme. A pequena cena, com menos de 5 segundos –
explica de forma magistral o Universo Cloverfield criada e produzida por J.J. Abrams.
The Cloverfield Paradox já está disponível no catálogo da Netflix, assim como o primeiro filme da franquia, Cloverfield: Monstro.
Aproveite e confira o último vídeo do nosso canal:
<iframe <!– –>width=”1080″ height=”608″ <!– –>src=”//www.youtube.com/embed/?listType=user_uploads&list=coxinhanerd&showinfo=1&theme=light” <!– –>frameborder=”0″ allowfullscreen><!– –></iframe>
RECOMENDAMOS PARA VOCÊ: