A ESPOSA | Por trás da vida da mulher de um vencedor do prêmio Nobel

As consequências de uma escolha

Certamente você já ouviu em algum momento da vida, a famosa frase machista “por trás de toda mulher, existe um grande homem”. Caso tal afirmação lhe provoque indignação e/ou raiva, fique tranquilo, pois você está no caminho certo. Caso não provoque tal sentimento, pelo contrário, recomendo que assista ao filme A Esposa.
Dirigido pelo sueco Björn Runge, o longa passou a chamar atenção pela atuação brilhante de Glenn Close. Assim que a temporada de premiações começou, Close vem arrebatando todos os prêmios em que foi indicada como Melhor Atriz. E com a cerimônia do Oscar se aproximando, não poderíamos deixar de falar de A Esposa. Baseado no livro de Meg Wolitzer, a história chegou aos cinemas brasileiros em janeiro desse ano.

A História

É engraçado pensar que a trama por trás de A Esposa se desenrola em poucos dias. Não temos uma passagem do tempo duradoura, onde anos se passam até o desfecho da produção. Ao passo que entendemos o enredo principal, acompanhamos de perto a vida de Joan e Joe Castleman. Enquanto ele foi indicado ao Prêmio Nobel de Literatura, ela faz o papel da esposa acompanhante. Mas há mais por trás do semblante calmo e feliz de Joan. Ela abdicou de muito para o sucesso do marido, desde sua carreira até sua própria paz de espírito. Os sorrisos sinceros escondem toda a burocracia envolvida em ser esposa de um vencedor do Prêmio Nobel. Em contrapartida as belas palavras escritas que lhe renderam tal honraria, Joe apresenta um comportamento relativamente execrável. A narrativa de A Esposa se passa em Estocolmo, local para onde Joe, Joan e seu filho se dirigem após a revelação do prêmio. Uma vez lá, encontram pessoas que os levam a avaliar suas próprias decisões.
Certamente você já ouviu em algum momento da vida, a famosa frase machista “por trás de toda mulher, existe um grande homem”. Caso tal afirmação lhe provoque indignação e/ou raiva, fique tranquilo, pois você está no caminho certo. Caso não provoque tal sentimento, pelo contrário, recomendo que assista ao filme A Esposa.
Dirigido pelo sueco Björn Runge, o longa passou a chamar atenção pela atuação brilhante de Glenn Close. Assim que a temporada de premiações começou, Close vem arrebatando todos os prêmios em que foi indicada como Melhor Atriz. E com a cerimônia do Oscar se aproximando, não poderíamos deixar de falar de A Esposa. Baseado no livro de Meg Wolitzer, a história chegou aos cinemas brasileiros em janeiro desse ano.

A História

É engraçado pensar que a trama por trás de A Esposa se desenrola em poucos dias. Não temos uma passagem do tempo duradoura, onde anos se passam até o desfecho da produção. Ao passo que entendemos o enredo principal, acompanhamos de perto a vida de Joan e Joe Castleman. Enquanto ele foi indicado ao Prêmio Nobel de Literatura, ela faz o papel da esposa acompanhante. Mas há mais por trás do semblante calmo e feliz de Joan. Ela abdicou de muito para o sucesso do marido, desde sua carreira até sua própria paz de espírito. Os sorrisos sinceros escondem toda a burocracia envolvida em ser esposa de um vencedor do Prêmio Nobel. Em contrapartida as belas palavras escritas que lhe renderam tal honraria, Joe apresenta um comportamento relativamente execrável. A narrativa de A Esposa se passa em Estocolmo, local para onde Joe, Joan e seu filho se dirigem após a revelação do prêmio. Uma vez lá, encontram pessoas que os levam a avaliar suas próprias decisões.

A Esposa

Embora esteja presente em todas as indicações de premiações, A Esposa se desenvolve por meio do talento de Glenn Close. A trama é rápida, sem muitos rodeios ou floreios na história. O longa busca apenas nos mostrar tudo aquilo enfrentado por Joan para que seu marido atingisse o ápice do sucesso na carreira. Através de flashbacks, temos acesso ao passado do casal, algo fundamental para uma melhor compreensão do filme.
O diretor não se interessou em explorar melhor certos momentos do longa. Há muito a ser falado e/ou relatado sobre personagens secundários, mas não ficamos sabendo. A Esposa se trata apenas de Jonathan Pryce, no papel de Joe, e Glenn. Juntos, protagonizam momentos verdadeiramente brilhantes. A química do casal é surpreendente, pois um complementa o outro. Joan é calma e sensata, enquanto Joe apresenta um comportamento impulsivo e imaturo.

Enfim

A Esposa traz uma abordagem interessante em relação ao machismo. Sem apresentar tal assunto de maneira prática, o longa se utiliza de sutilezas objetivas para cutucar a mente do público. Em suma, temos uma boa produção guiada pelo casal de protagonistas, que de forma brilhante, sustentam toda a história.

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