Qual a moral de Black Mirror afinal de contas?
Tem um momento para falar sobre… Black Mirror? A série que já chegou derrubando a porta, destruindo casas e acabando com vidas. Quando acabei de ver o primeiro episódio, encarei a parede branca da minha sala por bons 30 minutos, sem conseguir piscar. Eu, que estudo tecnologia, que sou apaixonada pela revolução do mundo virtual, da geração Millenium, perdi as estribeiras com essa série.
Ela me fez repensar todos os meus atos. E hoje, todas as notícias falando sobre o futuro e o avanço tecnológico me dá um friozinho na espinha. Já vem logo o pensamento: “Isso não vai dar certo” ou “PAREM AS MÁQUINAS!”. Se você assiste essa série, sabe exatamente do que estou falando. Quanto mais a gente lê e se informa, mais entendemos que temos a vida cada vez mais controlada por máquinas.
Elas afetam quase todas as nossas atividades. Mas isso é só o começo! Para onde isso vai? Essa relação hierárquica, em que nós a comandamos, será assim para sempre? Nosso futuro está mais para Black Mirror do que para The Walking Dead. Acho que é por isso que a série faz tanto sucesso: porque ela não está distante da nossa realidade.
Então, em comemoração a essa nova temporada (na qual ainda não terminei), lá vai uma retrospectiva dos meus episódios favoritos. Nada como relembrar aquilo que dá medo né? O ser humano é louco mesmo. Vamos lá:
Ok, chegando ao final da minha análise, percebi que foi ficando meio obscuro demais. Talvez se fosse ao vivo, e eu falasse tudo isso enquanto jogo purpurina pra cima, ficasse melhor. Infelizmente não é o caso. Mas veja pelo lado bom! É momento de pensar. Refletir. Não é por nada que essa série faz tanto sucesso. E ela não poderia ter vindo hora melhor. Nosso futuro é escrito cada vez mais rápido. Podemos fazer parte dessa decisão sim! Aliás, a ausência de decisão é uma decisão também. Agora dá licença que eu vou ver o episódio três da nova temporada.
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- The National Anthem.
- Be Right Back.
- White Bear.
Ok, chegando ao final da minha análise, percebi que foi ficando meio obscuro demais. Talvez se fosse ao vivo, e eu falasse tudo isso enquanto jogo purpurina pra cima, ficasse melhor. Infelizmente não é o caso. Mas veja pelo lado bom! É momento de pensar. Refletir. Não é por nada que essa série faz tanto sucesso. E ela não poderia ter vindo hora melhor. Nosso futuro é escrito cada vez mais rápido. Podemos fazer parte dessa decisão sim! Aliás, a ausência de decisão é uma decisão também. Agora dá licença que eu vou ver o episódio três da nova temporada.
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