Antes de estrear, Netflix é processada por Enola Holmes

O assunto do momento é Enola Holmes, o mais novo anúncio da Netflix. O filme que vai contar a história da irmã mais nova de Sherlock Holmes ganhou suas primeiras imagens ontem e já gerou ansiedade nos fãs. O filme será protagonizado por Millie Bobby Brown no papel principal e Henry Cavill como Sherlock. Helena Bonham Carter será a mãe dos Holmes e Sam Claflin viverá Watson.

Entretanto, pode ser que Sherlock seja necessário para resolver esse novo caso judicial. O filme está rendendo um processo judicial para a Netflix. De acordo com o The Hollywood Reporter, a empresa responsável pelo patrimônio de Sir Arthur Conan Doyle, o criador do personagem de Sherlock Holmes, está processando não apenas a Netflix, como também a autora Nancy Springer, a editora Random House e a produtora do filme, a Legendary Pictures. O filme será baseado no livro de Nancy, publicado pela Random House.

Sherlock

Uma vez que o personagem foi criado há aproximadamente 130 anos, representado na cultura pop inúmeras vezes, já seria considerado como uma figura de domínio público. Isso pode causar uma certa dúvida, já que o personagem Sherlock Holmes, criado há cerca de 130 anos – e por ter estado tão presente na cultura pop, isso já o tornaria uma figura de domínio público. Contudo, não foram todas as histórias de Doyle que se tornaram de domínio público e isso pode complicar o processo.

Os argumentos usados pela empresa de Doyle são que o livro e o filme são baseados justamente nesses livros, que não são de domínio público. Os Casos de Sherlock Holmes, uma coletânea de contos escritos e publicados entre 1921 e 1927, seriam alguns deles.

Essa não é a primeira vez que a firma do autor de Sherlock Holmes tenta ganhar uma ação na justiça. Em 2015, quando Ian McKellen viva o Sr Sherlock Holmes nos cinemas, a empresa tentou ganhar a batalha judicial, mas perdeu.

E então, você é #TeamNetflix ou #TeamConanDoyle?

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