ZUMBIS | Os melhores filmes e séries com os monstros!

VÁRIAS DICAS DE CONTEÚDO!

Os zumbis podem até ser extremamente lentos e preguiçosos. Mas, algo que quase ninguém sabe é que eles são muito produtivos e também lucrativos! Vamos conversar um pouco e entender o por que dos zumbis fazerem tanto sucesso e ver as suas diferentes funções nesse mercado audiovisual tão bonito que conhecemos como cinema!

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Certo, para começar vamos estabelecer um conceito primordial de um zumbi e suas funções básicas. Vamos usar The Walking Dead para criar o início dessa discussão. Eles são lerdos, não pensam muito e se guiam pela visão, olfato e audição. Como podemos notar na série, e em várias obras que abordam esse mesmo conceito, você consegue passar “tranquilamente” por um zumbi, desde que não faça muito barulho. Muito bem, já que tudo está esclarecido sobre o comportamento desses pestinhas, usaremos essa como nosso padrão, como nossa regra. Os diferentes serão as exceções, que também ajudam a expandir esse universo de mortos vivos e seus comportamentos.

Quando se pensa em zumbis, muita gente lembra de Resident Evil. Sejam os jogos ou os filmes da franquia, os monstros são abordados de formas bem parecidas. Não vou focar muito nessa saga, pois não joguei os jogos e, são tantos modelos de zumbis criados em laboratório, que fica difícil procurar um padrão dentro da obra. Claro que vale ressaltar que, esse tipo de zumbi, pode ser colocado dentro do “padrão asiático de produção zumbi”. Um pouco mais a frente falaremos melhor disso, mas os asiáticos tem uma base para zumbis um tanto diferente, onde eles são mais rápidos e mais vorazes.

Voltando para a América! Sabemos que Hollywood adora fazer paródias de coisas que estão fazendo sucesso. Mas e se essa ideia de uma paródia amadurecer e se tornar uma obra incrível de comédia? Foi exatamente o que aconteceu com Zumbilândia! Não vou focar muito no comportamento dos monstrinhos dessa vez, e sim na abordagem que é feita sobre o assunto. Quem viu Zumbilândia sabe o quanto cada personagem é importante pra que essa obra seja boa. Cada um deles tem sua peculiaridade e certos trejeitos característicos. Provavelmente foi por isso que a série baseada no universo do filme não deu certo, não tinha aquilo que fiz Zumbilândia ser o símbolo da comédia com zumbis: seu elenco. Por que, fala sério, em que outro lugar você vai ver o Mark Zuckerberg, a Emma Stone a menina baixinha lá e o mágico de Truque de Mestre atuando juntos matando zumbis?

Um pouco distante dos estúdios de Hollywood, mas seguindo na linha da comédia, temos um filme de Edgar Wright, Shawn of the Dead. O título claramente faz uma piada com o clássico ‘Dawn of the Dead’, que consagrou a ideia de zumbis no cinema mesmo sendo um filme extremamente ruim. Enfim, quem já viu Chumbo Grosso, Baby Driver, Paul o Alienígena ou até mesmo Heróis de Ressaca conhece bem como funciona a direção genial do Sr. Wright. O filme é inglês, então tem um humor um tanto diferente do americano, mas nem por isso ele é ruim, só foca em coisas diferentes.

Um dia vou fazer um vídeo do pra falar sobre esse diretor, porque se não vai ficar muita coisa pra esse vídeo aqui. Continuando, a relação com os zumbis nesse filme não mantém uma unidade perfeita, mas tem seu padrão. O que é engraçado é o final do filme, quando um personagem da trama acaba morrendo e virando zumbi, mas para não ficar andando solto pela cidade, ele fica preso jogando Playstation. É bobo, mas quem viu o filme achou divertido.

Mas já chega de tomar chá com a rainha! Estamos chegando na área dos filme da Coreia, que tem um conceito bem diferente de zumbis do que o mundo ocidental. Agora sim o foco será sobre os bichos que fogem da ideia base de mortos vivos. Tanto em Guerra Mundial Z, estrelado pelo Brad Pitt e que teve sua continuação cancelada, quanto em Invasão Zumbi, os zumbis parecem estar mais preocupados em infectar os demais do que se alimentar de cérebro, como é o esperado do comportamento base, como a gente viu lá no início. Isso não é ruim, mas pode não ser exatamente bom. Quando você reduz as ‘habilidades’ da sua criatura, tem a chance de acabar perdendo várias oportunidades para cenas mais dramáticas e visualmente surpreendentes.

Com um roteiro assim, você precisa fazer um filme bem mais dinâmico, com menos espaço para cenas sobre reflexão da vida e problemas internos do grupo. Tudo deve ser feito para conduzir os sobreviventes a um lugar seguro enquanto lutam contra o maior número possível de zumbis. A grande maioria dos filmes sobre os monstros acabam sendo assim. Mas, e se, eles ficassem apenas como um plano de fundo para podermos focar em uma outra situação? Meio que fazer 2 estilos de filme dentro de um só. Hollywood, pega seu bloquinho de anotações e se prepara, pois eu tenho um filme pra vocês!
Imaginem isso aqui como uma sinopse: após já ter sofrido com um grande apocalipse zumbi, a humanidade construiu novas casas, mais fortes, mais resistentes e completamente selada. Quando um novo surto começa a aparecer e as sirenes soam, uma família com muitos problemas internos corre pela sua sobrevivência. Após perder seu irmão mais novo no trajeto, Logan (eu acho um nome legal) começa a ficar maluco, causando discussões intermináveis enquanto sua família se separa cada vem mais debaixo do mesmo teto.

Talvez tenha ficado levemente confuso, mas se fizerem um filme que lembre essa ideia, eu quero os créditos! Tudo bem, pode não ser o melhor filme de zumbi já visto na face da terra, mas è só para mostrar a grande quantidade de ideias que podemos ter usando as criaturas de formas nem tão usuais. Já que estamos nessa linha de raciocínio, vou aproveitar para falar de um filme péssimo, com uma ideia péssima, mas que tem sua originalidade.

The Rezort, com Z, é um filme que se passa em um mundo onde o apocalipse já aconteceu, foi controlado e, os zumbis que restaram, foram levados para uma ilha. Pelo visto, nesse universo, as pessoas pagam grandes quantidades de dinheiro para poder passar dois dias atirando em zumbis. E não é como se fosse pela adrenalina da coisa, pois todos os bichos ficam presos em lugares distantes, para evitar perigo ao visitante. O filme tem um plot semi-interrssante, mas joga tudo por água abaixo tentando pegar alguns elementos de Jurassic Park.

Realmente, é uma ideia nova criar um parque de diversões feito para matar zumbis. Mas, além de ser bobo, trazer apenas 1 personagem meio que interessante e não dar maiores explicações para nada, ele tenta fazer uma crítica social (ao menos eu acho que eles tentaram) em cima de algo que não tem como ter acontecido em um mundo onde o ser humano sabe pensar. Não vou dar muitos spoilers que estraguem o filme, até porque ele já veio estragado. Mas, basicamente, a ilha precisava ter sempre novos zumbis. Pra isso acontecer, a empresa que cuidava do Rezort, com Z, se uniu com a ong Hope para resgatar refugiados, levá-los para essa ilha e transformá-los em mortos vivos. Agora me diz, como que, durante anos, milhares de refugiados ficaram sumindo sob os olhos do mundo inteiro, sem ninguém ter nenhum contato com eles e nem sabendo para onde eles estavam indo? É algo que, simplesmente, não iria durar por mais de 2 meses no mundo real.

Agora chega de falar de coisa ruim. Como a gente pode ver aqui, zumbis criam um espaço enorme para podermos trabalhar. Nem sempre teremos o mesmo tipo de monstros, nem a mesma abordagem sobre eles. O que importa é que o resto do filme seja bom e faça sentido. Então se for fazer um filme de zumbi e não sabe trabalhar direito com eles ainda, faça de comédia. Pois, com sorte, se ele for muito ruim, vai ficar parecendo uma produção de baixo orçamento do SyFy.

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Quem escreveu?

Lucas M. Mertens

Escritor, roteirista e editor. Um cinéfilo maldito que adora reclamar de diálogo expositivo nos filmes, mas no fim das contas se diverte. Um filme nunca é ruim até que se prove o contrário. Querendo um dia acordar e estar no meio de Hogwarts estudando poções.