Aproximem-se e deslumbrem-se! É hora do Yami-Shibai! Yami-Shibai é um anime de histórias de terror que explora a rica cultura oculta do japão. Usando as técnicas de narrativa tradicional japonesa, inspirada pelo uso artístico de figuras de papel e rolos de pintura, a arte é maravilhosa para quem gosta do gênero. Se você gosta da cultura japonesa e, como eu, é um(a) apaixonado(a) por anime, venha conhecer mais sobre talismãs de proteção, rituais banzais e tradicionais personagens e lendas do Japão!

O nome do anime Yamishibai, é um trocadilho com as palavras yami (escuridão ou trevas) e kamishibai. Kamishibai, literalmente “teatro de papel”, é uma técnica japonesa de contar histórias, muito popular no começo do século passado, na época das guerras e da grande depressão. Naquela época, também eram super comuns os contadores de histórias, que viajavam com placas de madeira e tomos, que continham imagens em sequência, formando uma narrativa. Crianças e curiosos se reuniam em torno do narrador para ouvir essas histórias.

O anime é de narrativa e traços simples em suas histórias curtas e desconexas. Por trás das histórias de terror ou contos de fadas ocidentais, Yamishibai traz lições de vida importantes para qualquer adulto ou criança, e faz uso de terror psicológico provocado por situações bizarras, medos e temáticas universais – desde escolhas erradas, desobediência, passando pelas maldições, a inocência perigosa das crianças e o excesso de confiança. Algumas histórias começam como um dia qualquer, já outras começam com criaturas folclóricas do Japão e acontecimentos misteriosos.

Yamishibai

Para mim, Yamishibai foi um anime gostoso de assistir, devorei as suas primeiras temporadas em um só dia. Dentre elas, gostei bastante de dois episódios: O Andar de Cima e Despedida Confessional que, para mim, foram histórias assustadoras e com um moral final irônico. Para quem curte animes de terror, vale a pena conferir  Yami-Shibai. Você o encontra completo no Anitube com opção HD.

Se você já assistiu e já curte o estilo, conte-nos o que achou!