ATENÇÃO: Esse texto contém informações do sexto episódio da segunda temporada de The Walking Dead, se não gosta de spoiler algum, evite a leitura [ou não]. Estava tudo bem demais para parecer verdade… O episódio de The Walking Dead que foi ao ar dia 20 de novembro nos Estados Unidos acabou gerando muita discussão entre os fãs e as organizações anti e pró-aborto. Para os que não viram, uma das personagens descobriu que está grávida em meio a toda confusão de apocalipse zumbi, fim de mundo e fugas horrendas. Qual a atitude mais lógica e imediatista na cabeça de uma mãe?

Não quero que meu filho viva nesse mundo. Seguindo essa lógica, a personagem considerou durante um bom tempo o aborto desesperado ingerindo em uma grande quantidade pílulas do dia seguinte para dar fim ao tormento. Mas aí vocês, coerentes, me perguntam: Ok, mas o que todo mundo tem a ver com a atitude da personagem em uma série de ficção? Eu lhes respondo… Todos os incomodados alegaram que a série está se provando uma completa “desentendedora” dos métodos abortivos, já que aquela grande quantidade de pílulas do dia seguinte não causa o aborto imediato, principalmente quando tomadas dias ou semanas após a concepção.
O blog da Associação Americana pelos Direitos Civis (ACLU) questionou se a série não deveria ter checado fatos antes de exibir algo potencialmente nocivo para a saúde pública. Glen Mazzara – produtor executivo da série respondeu:
“Os produtores e roteiristas de The Walking Dead tem total conhecimento que pílulas do dia seguinte não induziriam um aborto. Nós exercemos nosso direito de liberdade artística criativa para explorar uma história com uma de nossas personagens, sem tomar qualquer partido na questão pró ou contra o aborto. Nós sinceramente esperamos que as pessoas não estejam usando nosso programa como fonte de informações médicas precisas”.
Outro tema que causou polêmica foi a descoberta pelos personagens do grupo principal de alguns zumbis que estão sendo mantidos em cativeiro. Essa descoberta está levantando a questão do “direito à vida”. Enquanto alguns personagens dizem que zumbis não devem ser mortos por ainda serem pessoas, outros habituados ao assassinato dos monstros garantem que eles não são pessoas e não merecem continuar livres.
Comentário da Coxinha: Opiniões pessoais a parte, sinceramente, considero meio perda de tempo essa discussão toda. Parece que tinha um grupo sem ter muito o que fazer assistindo a todos os episódios e procurando, literalmente, pelo em ovo. Como pode criticar uma série, baseada totalmente em ficção, por dar informações incorretas sobre temas como o “direito à vida” e o “aborto”? Se é para criticar, então vamos partir do ponto zero da questão – quem disse que o apocalipse zumbi vai acontecer? E se acontecer, quem disse que será exatamente como está sendo retratado por The Walking Dead? #PeloAmorDeDeus crianças, assistam aos filmes mas não façam nada do que é mostrado em suas casas por que é tudo de mentirinha, ok? E o fato da criança de menos de 10 anos aprendendo a atirar? Isso, todo mundo deixou passar porque pode né? Valha-me Deus, não sabem nem criticar…então por favor, deixem que continuemos a nos divertir com The Walking Dead e vão arrumar confusão com quem erra na vida real, ok?
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