DEFINA SEU CAMINHO!

 

A Netflix divulgou hoje a arte principal, as primeiras imagens e a data de lançamento de Sintonia, nova série original brasileira do streaming idealizada por Kondzilla – o rei do funk no Brasil.

A série é uma verdadeira ode ao funk, gênero musical que inspira e movimenta jovens paulistanos que vivem na cidade, como o fazem os personagens principais da série e retratados no pôster: Nando (Christian Malheiros), Doni (MC Jottapê) e Rita (Bruna Mascarenhas) mostram como a música e a amizade são essenciais em suas vidas.

Narrada do ponto de vista de três personagens, a história de Sintonia explora os universos da música, crime e religião na capital de São Paulo. Doni, Nando e Rita cresceram juntos na mesma favela, onde foram influenciados pelo fascínio do funk, tráfico das drogas e a igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes. Apesar de tentarem levar uma vida diferente de onde cresceram, percebem que não podem depender de ninguém, mas um sempre fortalece o sonho do outro.

Uma série original produzida pela Losbragas para Netflix, Sintonia contará com seis episódios de 40 minutos em sua primeira temporada. A série foi criada por KondZilla, Guilherme Quintella e Felipe Braga, e escrita por Guilherme Quintella, Duda Almeida e Thays Berbe, contando com Pedro Furtado como roteirista-chefe.

Sintonia integra a diversa lista das séries originais brasileiras da Netflix incluindo 3%, O Mecanismo, Samantha!, Super Drags, Coisa Mais Linda, e as ainda inéditas O Escolhido, Cidades Invisíveis, Ninguém Tá Olhando, Irmandade, Onisciente, Spectros, Futebol, Reality Z e a recém-anunciada, Boca a Boca.

Sintonia estreia dia 9 de agosto no catálogo da Netflix Brasil.

#BLACKOUTTUESDAY | Qual o propósito do dia?

O Instagram, bem como muitos redes sociais, amanheceu repleto de quadrados pretos nesta terça-feira (02/06). O movimento das redes sociais faz parte de um movimento muito maior contra o racismo. Chamado de Blackout Tuesday (terça-feira do apagão, em tradução livre), o objetivo da manifestação foi parar toda e qualquer atividade diária em redes sociais para se juntar ao protesto virtual.

As publicações estão sendo acompanhadas das hashtags #BlackoutTuesday e #TheShowMustBePaused (O espetáculo precisa ser pausado). O movimento partiu de algumas empresas do setor de música, começando fora do Brasil, mas rapidamente atingindo todo o mundo. Desde atores e atrizes a astros da música, todos usaram suas redes para postar o quadrado preto em protesto.

Dentre as empresas que se juntaram ao apagão, a Apple Music apagou todas as publicações no Instagram, e deixou apenas um vídeo e uma foto em apoio ao movimento. O Spotify prometeu inserir 9 minutos de silêncio entre músicas e podcasts, representando o tempo em que George Floyd ficou preso, com o joelho do policial no pescoço. A plataforma ainda comentou que irá amplificar as vozes negras.

O que mais?

O assunto serviu de debate para muitos, afinal, apenas postar o quadrado preto resolve? A usuária do Twitter, @juzao, usou sua conta para comentar sobre assunto. Dentre outras elas, ela escreveu:

“sim, só postar #blackouttuesday é pouco, POR ISSO, as iniciativas precisam se complementar – não se anular o movimento todo tá gerando notícia em portal, tá gerando pauta, discussão, debate. ele é uma abertura pras discussões maiores e não pode morrer só nisso. esse é o problema”

Empresas como Capitol, Warner Music Group, Interscope Records, Motown, Caroline, Kobalt, Electric Feel Management, LVRN, Universal Music Group, Ingrooves, UMPG e Pulse Music Publishing se juntaram ao movimento. No Brasil, as empresas Som Livre, Warner Music Brasil, Sony Music Brasil, Ingrooves Brazil, ONErpm, UBC, Universal Music Brasil, Deezer Brasil compartilharam seu posicionamento em redes sociais.

Informe-se sempre antes de divulgar qualquer tipo de conteúdo.

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MUNDO | Lea Michele é acusada de racismo por colegas de Glee!

O mundo dos fãs de Glee sofreu mais uma vez com descobertas perturbadoras de um membro de elenco. Na noite de ontem o nome de Lea Michele protagonizou os trends to Twitter e não foi por uma boa razão. Samantha Ware, que trabalhou ao lado de Lea na sexta temporada do seriado, acusou Lea de tornar o programa um “inferno”. Ela ainda mencionou ter sofrido “micro-agressões traumáticas” por parte da protagonista.

Tudo começou após Lea se pronunciar no Twitter sobre a morte de George Floyd.

“George Floyd não merecia isso. Este não foi um incidente isolado e deve terminar. #BlackLivesMatter”, Michele twittou no sábado (30). Confira a publicação abaixo:

Dois dias depois, Samantha usou o comentário de Lea para relembrar do momento em que Lea disse a ela que defecaria em sua peruca durante o show:

“Lembra quando você fez do meu primeiro trabalho de televisão um inferno?!?! Porque eu nunca esquecerei. Acredito que você tenha dito a todos que, se tivesse a oportunidade, ‘cagaria na minha peruca!’ entre outras micro-agressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood…”

A série foi o primeiro papel de Ware na televisão. Em Glee, Lea vivia Rachel Berry, uma das principais integrantes do elenco. Após o comentário de Samantha, outros membros do elenco da série se pronunciaram. Alex Newell (que viveu Wade Adams), Amber Riley (Mercedes Jones) e Dabier Snell (que fez uma participação pequena em um episódio) reagiram em apoio a Samantha. Dabier ainda comentou que Lea não o deixava sentar na mesa com outros membros do elenco porque não pertencia.

Lea Michele ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.

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ARTIGO | Como surgiu o movimento “Black Lives Matter”!

O Movimento #BlackLivesMatter que tem repercutido recentemente nos veículos de mídia e redes sociais, por conta da violência arbitrária contra os negros, não é algo recente.

Ele surgiu em 2012, com um caso chocou os EUA, quando o vigilante George Zimmerman matou a tiros o adolescente Trayvon Martin. Muito semelhante com o que aconteceu dias atrás com George Floyde, ao ser “enforcado” com o joelho por um policial branco.

Na época, um mês depois, milhares de pessoas foram às ruas e se reuniram na Union Square, em Nova York, pedindo justiça. Em 2020, o clamor por justiça se repete, mas seguida por uma onda que tomou todo o mundo.

hoje, não só os EUA pedem justiça, o Brasil faz parte do movimento, a Europa, e tantos outros locais do mundo, em meio a uma pandemia, saíram de suas casas, para que essas vozes possam ser ouvidas, e não mais silenciadas.

Em 2012, quando surgiu o movimento, ele foi considerado o maior, os jornais noticiavam que “Há 40 anos os EUA não assistiam a tamanha mobilização por justiça racial”.

A revolta provocada pela absolvição de Zimmerman, no ano seguinte, ganhou expressão numa hashtag que ecoou com uma mensagem simples e óbvia: Black Lives Matter, que em português quer dizer Vidas Negras Importam.

O slogan surgiu de um post da ativista californiana Alicia Garza. Ela então se juntou a Patrisse Khan-Cullors e Opal Tometi para criar uma plataforma digital, esta se tornou uma campanha, depois uma organização e, finalmente, um movimento.

A organização tem hoje, 40 filiais pelos Estados Unidos. Ela faz parte, juntamente com outros grupos, frentes de luta específicas, como aquela que conseguiu tornar público o acesso às investigações de crimes envolvendo policiais, na Califórnia.

Estejamos diariamente abertos a aprender, se conscientizar e se reeducar, para que assim, possamos repassar nossos aprendizados da melhor forma e conscientemente.

No final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos.” – Martin Luther King

Que façamos do momento atual, uma luta diária.

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LISTA | Filmes que nos ensinam sobre racismo!

Estamos passando por um momento de reflexão e aprendizado. Todos precisamos evoluir como indivíduos para que consigamos viver em comunidade.

É hora de mudar, e os filmes podem sim nos ensinar muito. Veja abaixo nossa lista:

Infiltrado na Klan

O Ódio que você semeia

Corra!

Nós

Se a rua Beale falasse

12 Anos de Escravidão

Estrelas além do tempo

Histórias Cruzadas

Luta por Justiça

Estejamos diariamente abertos a aprender, se conscientizar e se reeducar, para que assim, possamos repassar nossos aprendizados da melhor forma e conscientemente.

No final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos.” – Martin Luther King

Que façamos do momento atual, uma luta diária.

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LITTLE FIRES EVERYWHERE | 5 motivos que fazem o livro ser melhor que a série!

Recentemente o fenômeno da Hulu, Little Fires Everywhere, estrelada por Reese Witherspoon e Kerry Washington, chegou no Prime video. Nós já assistimos, inclusive, aqui está nossa review sem spoiler! Mas você sabia que a série se baseia em uma obra literária homônima da autora Celeste Ng.

Pensando no livro, listamos aqui, cinco motivos que fazem o livro ser melhor que a série (E olha que a série é maravilhosa, heim!):

O livro não perde o foco
Como a série não adapta os diálogos internos de Elena, ela insere alguns elementos narrativos, tais como a sexualidade de Izzy, e a chantagem com Mia acerca da custódia da filha de Babe, que tornam o andamento da série mais melodramática que o livro.

Explicação da raiz dos problemas entre Izzy e Elena
A série simplifica demais o conflito em andamento entre Izzy e Elena, criando uma história por trás de que Izzy era uma criança indesejada. Elena luta para diferenciar entre o que é normal e anormal quando se trata de sua filha, e a atenção exaustiva que ela presta a Izzy se transforma em ressentimento. No romance, a origem das frustrações de Elena com Izzy é que ela nasceu prematuramente, se tornando uma espécie de “pedra no caminho” de Elena.

O relacionamento de Mia, Izzy e Lexie
Tanto no romance quanto na série, Mia, se torna uma enorme influência na vida de Izzy. Assim como o ressentimento que Mia tem em relação a Lexie na tela pequena não existe no livro. Ao contrário de Elena, que vê tudo em preto e branco, Mia tenta ver o outro lado das situações, que é o que atrai Lexie e Izzy para ela.

O lado artista de Mia
O livro nos deixa ver o quanto esse estilo de vida nômade influencia e inspira Mia como artista. O livro explora a evolução da Mia, de uma jovem com uma câmera antiga com e uma perspectiva única diferenciada que a torna uma grande artista.

Esperança?
No livro, Elena não se torna tão vingativa, embora nunca se reconcilie com Mia. Mas Elena é possível perceber um vislumbre de redenção quando se trata de Izzie, embora os leitores nunca saibam se ela consegue.

A trama se passa em Shaker Heights, uma cidade onde todos os detalhes são planejados: suas construções, a localização das escolas e até as cores das casas. Com tanta perfeição e regras, ninguém imaginaria que a chegada de uma nova inquilina pudesse abalar de forma tão intensa a estrutura do local. Quando um misterioso incêndio destrói a casa da família Richardson, somos conduzidos ao passado e descobrimos que as primeiras faíscas desse episódio surgiram há muito tempo, com vários pequenos acontecimentos que desencadearam uma teia de segredos, dores e desavenças dentro da comunidade local.

Little Fires Everywhere já está disponível no Prime Video.

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NETFLIX | Os piores filmes e séries para assistir na plataforma!

É fato que durante esse período de isolamento social, estamos assistindo tudo que tem chegado nos streamings não é mesmo?

Contudo, é fato também, que grande parte das estreias tem desagradado consideravelmente o público e sendo alvo de críticas fervorosas, mas que nem sempre são unânimes.

Pensando nisso, listamos aqui 24 das piores produções, entre filmes e séries disponíveis na Netflix:

Os piores filmes

A Missy errada

Um amor, Mil casamentos

Coffee & Kareem

Velvet Buzzsaw

Loja de Unicórnios

Obsessão Secreta

O Silêncio do Pântano

Loco por Vos

The Perfection

Estranhos em casa

Deixe a neve cair

A terra e o sangue

A Marca do Demônio

Tigertail

As Piores Séries

Gatunas

Marianne

Spectros

O Escolhido

Insatiable

The Eddy

The Eddy

Três metros acima do Céu

Rojst

Noite Adentro

Control z

Sabemos que você pode agora estar discordando da lista, mas tudo bem, o que nos agrada pode não te agradar e vice versa e isso faz parte.

Conta pra gente, quais são os piores pra vocês?

A Netflix é um serviço de streaming que oferece aos clientes uma diversificada coleção de conteúdos, com a facilidade de encontrar e assistir, a qualquer hora, em qualquer lugar.

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