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Das dezenas de adaptações da história do justiceiro social, Robin Hood, talvez essa seja a mais divertida delas. Antes que você pense que é um filme bom apenas por ser divertido, leia o texto todo para ver o outro lado dessa afirmação. Mas também não é como se o Robin Hood – A Origem tivesse apenas lados negativos, é uma situação bastante complicada!

Um jovem lorde é levado para guerra, onde acaba enfrentando alguns problemas com seus supervisores e prisioneiros. Depois disso o rapaz se torna vingativo e resolve treinar para poder causar caos pela cidade enquanto se aproxima do xerife, de quem pretende roubar ainda mais.

O roteiro do filme não muito complexo, e nem precisava. Além disso, aborda de uma maneira interessante a questão das Cruzadas e dos trabalhadores das minas. A trama consegue fluir com naturalidade e não apresenta nenhum erro grotesco na narrativa, mas as ações dos personagens, as motivações e a velocidade com que tudo aconteceu, fez parecer que tudo foi gravado a partir de um ensaio de um roteiro que havia acabado de ser escrito. Tudo ocorre muito rápido, sem dar tempo das emoções dos personagens aparecerem na história. Até mesmo o casal principal, que tinha potencial para funcionar da forma perfeita, devido aos sentimentos de Marian por Robin e por Will, mas que fica completamente apagada, fazendo parecer que a personagem interpretada por Eve Hewson não tem sentimentos e só estava com Will para não ficar sozinha.

Mas, para não ficar apenas reclamando sobre as quase duas horas do filme, vale ressaltar o uso de câmera lenta nas cenas de ação. Normalmente, em filmes como Mulher-Maravilha e Liga da Justiça, o recurso foi utilizado para qualquer movimento, tirando a fluidez da luta, mas algo diferente ocorre em Robin Hood – A Origem. No meio do combate de espadas e porretes a câmera lenta era usada em um ponto específico, para deixar a luta toda mais épica, pois, nesse pequeno período onde o tempo passa mais devagar, as gotas de chuva caindo e a poeira voando era oque tornava a cena boa de verdade.

Como foi dito no início, é um filme divertido, mas não é um filme bom! Ele serve perfeitamente para ser visto sem compromisso e sem esperar uma versão definitiva do personagem para as telonas. Aliás, se você já não gosta do ator Taron Egerton (Robin Hood), nem gaste seu tempo para ir ao cinema, pois, mesmo com Jamie Foxx aparecendo constantemente, é ele quem carrega todo o longa nas costas. Sua atuação é convincente como um lorde rico que se rebelou e quer lutar contra o sistema. É como eu disse, o filme não é bom, mas pode ser divertido se assistido com o pensamento certo em mente!

Nota: 6 / 10 Coxinhas secas (que já está parada no expositor há dois dias)

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