Dizem que a única coisa boa que tiramos de uma guerra ou de conflitos é o avanço tecnológico – e isso é reconhecido na maioria dos importantes livros de história. A tecnologia de reconhecimento facial que foi originalmente criada para identificar suspeitos de terrorismo, agora vai ser empregada na busca de identificação de pessoas presentes em pinturas do passado. Será que descobriremos quem é a Monalisa?

 

Não está entendendo nada? Então vou lhe dar um exemplo, quem é a garota com brinco de pérola da imagem acima? A pintura Garota com brinco de pérola é uma das obras-primas do pintor holandês Johannes Vermeer e como seu nome indica, é utilizado um brinco de pérola como ponto focal. A pintura está no museu Mauritshuis de Haia e muitas vezes é chamado de A Monalisa do Norte. Em 2003, um filme de Hollywood foi feito com o mesmo título da pintura, apresentando Colin Firth como Vermeer e Scarlett Johansson como a menina da pintura, mas pouco se sabe de sua história verdadeira.

 

Outra famosa e muito mais conhecida questão é a de quem é a Monalisa? A MonaLisa, também conhecida como A Gioconda é a mais notável obra de arte de Leonardo da Vinci. Sabe-se que a pintura foi iniciada em 1503 e representa uma mulher com uma expressão introspectiva e um pouco tímida. A pintura a óleo sobre madeira de álamo encontra-se exposta no Museu do Louvre em Paris, com o nome oficial de Lisa Gherardini, mulher de Francesco del Giocondo, e é sua maior atração.

 

Bom, essas duas questões assombram a vida de muitos historiadores e curiosos ao longo do mundo e as respostas para a maioria dos questionamentos só foram capazes de especular sobre pouquíssimos detalhes.O projeto As Faces da Universidade da Califórnia trata de um sistema de avaliação computadorizada que sugere que a tecnologia poderia ir mais longe do que identificar temas de pinturas enigmáticas. As alterações de arquiteturas podem ser analisadas para fornecer novas informações sobre os processos de construção e da história dos edifícios.

 

A Paleografia (estudo da escrita antiga) também poderia se beneficiar com o projeto para entender onde os manuscritos antigos foram originados e se desenvolveram – o que permitira uma discussão entre arqueólogos muito menos subjetiva do que as que existem hoje em dia.

 

Um salve para a tecnologia!

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