Eu assisto séries desde que eu me conheço por gente. De Punky a How I Met Your Mother,  minha última e deliciosa descoberta, passando por Friends, Arquivo X, e a minha queridinha TBBT. Em todas após alguns episódios cheguei naquele momento do grande questionamento da vida: por que Deus, por que eu me envolvo, eu sofro tanto com o desenrolar de séries??

Depois de alguns anos batendo um papinho com outros perturbados viciados em tramas do gênero, eu comecei a perceber que meu caso não era o único: outras pessoas sofriam do mesmo mal: dependência emocional televisiva.  Em outras palavras, aquele nó no estômago que eu e provavelmente vocês também sentiram quando Ned Stark foi morto em Game Of Thrones (mals o spoiler, mas a essa altura todo mundo já deve ter lido o livro). Eu pensei que era doença, mas não é galere. Eu apenas estava me envolvendo demais. Vocês também, né? High five o/

Quero dizer que tamo junto. Talvez nos falte um pouco de louça pra lavar discernimento pra analisar o rumo que cada série vai tomando (até hoje estou superando o fim de House), mas esse sofrimento a cada coisa que acontece é mais que normal. É isso que nos move,  que nos faz discutir na mesa do boteco se a inclusão das namoradas dos nerds em TBBT foi uma boa ideia, por que o Rick ficou doidão nessa temporada de The Walking Dead e por que diabos Two and a Half Man continua no ar sem o saudoso Charlie Harper. Isso é saudável, é entretenimento e até faz a gente puxar assunto com aquele gatinho que queremos impressionar (ok, às vezes não funciona mas vai que cola).

Nós vamos discutir isso aqui, eu prometo. E aliás, eu confesso que até hoje eu não entendi direito a história do filho da Scully e como ele foi concebido. Os fortes entenderão.

POST ORIGINALMENTE ESCRITO PELA COLABORADORA THAIS CRUVINEL.

Compartilhe: