Geralmente postamos aqui o lado mais pesado da força, resolvi dar uma desacelerada, relaxar e ir com os nacionais! Nunca postei nada parecido no Coxinha, sabe-se lá porque. Lógico que vai ficar muita gente de fora, mas essa playlist tá arrumada viu? E se você tem alguma sugestão, crítica ou reclamação, é só comentar ou falar com a gente nas redes sociais. Tem tudo aí: Facebook, Twitter, Instagram, Youtube. Se esbaldem!

Começando a brincadeira com Engenheiros do Hawaii, temos “Infinita Highway” e “Era um garoto, Que como eu, Amava os Beatles e os Rolling Stones”. Os gaúchos que iniciaram a estrada em oitenta quatro, começaram como uma simples banda de festival de escola e mesmo sofrendo intempéries ao longo do caminho, segue viva, com Gessinger sempre liderando.

Deixando a coisa um pouco mais adolescente, acrescentei os Detonautas Roque Clube. Uma típica banda “Ame ou odeie”, as músicas adicionadas foram “Quando o sol se for” e “O dia Que não terminou”. A década de 2000 com certeza teve holofotes para trupe do Roque com “que”.

Se os Detonautas tiveram holofotes na década passada, o Charlie Brown Jr teve o mesmo ao dobro. Tocados incessantemente em todas as rádios possíveis e imagináveis, Chorão conquistou a todos com um talento para letras que criticavam a sociedade do ponto de vista mais “moleque”. Acompanhado de músicos excelentes, O CBJR ajudou a disseminar o Rock como uma música popular. As canções são “Confisco” e “Tudo que ela gosta de escutar”.

Saindo de Santos e indo para Brasília, temos o Capital Inicial. “Natasha” e “A sua maneira” são as representantes do time que tocou junto com Renato Russo. Ainda adolescente, mas não tão “profunda”, a banda rivalizou com as anteriores em público. Participações no Faustão e Gugu não faltaram.

Continuando na capital federal, e sendo a “mãe” de todas esses conjuntos, a Legião Urbana apoiou-se no talento indiscutível de Renato Russo. Compositor nato, Renato atingiu em cheio os jovens que não estavam nem um pouco contentes com as questões sociais (de uma maneira geral) brasileiras. A Legião vive até hoje, exaltando o talento de Russo. As canções postas são “Tempo Perdido” e “Eduardo e Mônica”.

Os Paralamas do Sucesso são um ponto fora da curva. Com influências totalmente diferentes entre os músicos, inserção de instrumentos não tão comuns a música popular e um tino comercial que atinge a todas as camadas da sociedade, os Paralamas misturaram Reggae, Ska e música latina para formar o seu pop rock competente. Estão representados por “O Beco” e “Óculos”.

Para fechar esse post, até porque teremos outro (Muita gente ficou de fora), temos os Titãs. Como o próprio nome já diz, fizeram e fazem um sucesso titânico em terras brasilis. Passaram por mudanças no line-up recentemente, mas continuam firmes e fortes. Os clássicos “Polícia” e “Enquanto houver sol” foram as escolhidas.

https://open.spotify.com/user/12171814359/playlist/5Vc5pgkgtXYhuWYS3DzVvL

Por enquanto é isso, é notório que vai ter outro post com nomes que apareceram no cenário recentemente e alguns que já partiram dessa para uma melhor (Ou estão perto disso!). Não deixem de comentar aí embaixo, na nossa página no Facebook e nas outras redes sociais:. Como diriam agora Cris e Panda: é tudo COXINHANERD (tudo junto mesmo!). Até a próxima!

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