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King Kong é um personagem bastante antigo dos cinemas. O personagem já teve inúmeras adaptações cinematográficas mostrando praticamente a mesma história, o último deles foi em 2005 por Peter Jackson. Agora é uma história nova para um universo novo, o Universo de Monstros criado pela Universal Pictures e que está começando a se desenvolver.

Nas mãos de Jordan Vogt-Roberts, a trama foca na exploração de um grupo de exploradores e militares que viajam para desbravar a ilha que dá titulo ao filme. Além de Kong, que ainda não possuía o glorioso King que conhecemos de outros filmes, há inúmeros outros monstros assustadores que a equipe irá enfrentar.

Com muitas referências de clássicos filmes de Hollywood, entre eles Apocalypse Now, Phatoon, Predador e Nascido para Matar, Kong distancia-se da realidade que vivemos hoje e traz algo mais voltado a fantasia, algo pouco visto nos cinemas atualmente. Com cores vivas o longa acerta na hora de criar uma atmosfera tropical e destrutiva por natureza, caprichando na criação da tão falada Ilha da Caveira.

Outro ponto bastante positivo do longa é elenco e os personagens. A construção da história por trás de cada personagem e o jeito com o qual cada um é inserido em tela é muito bem sucedido, deixando as coisas inesperadas para os telespectadores. Como todo personagem bom, por trás há uma atuação digna de tanta qualidade, e Tom Hiddleston é o grande destaque, se tornando o herói destemido que é esperado do protagonista. Brie Larson e Samuel L. Jackson não deixam a desejar.

A trilha sonora surpreende muito e mostra que um filme com uma boa trilha sonora faz uma grande diferença. Black Sabath, David Bowie e Creedence Clearwater Revival são os grandes artistas que tocam durante as principais cenas.

Os efeitos visuais ficam claros na versão final. Em trailers e comerciais todos temiam o tamanho do monstro em relação à outros monstros, mas mesmo com menos expressão do que o gorila do filme de 2005, a equipe da Universal não falha e traz uma captura de movimentos faciais pontual, o que ajuda na hora de mostrar mais da personalidade de Kong, que pela primeira vez não mostra sua paixão por uma humana.

Afinal, vale a pena?

Com um visual muito lindo e uma série de elementos da cultura pop e outros filmes famosos do mesmo estilo, Kong: A Ilha da Caveira apresenta um King Kong diferente do que já vimos antes Mesmo não seguindo totalmente a história-fonte já apresentada anteriormente em outras tentativas, o legado do protagonista continua sendo mantido. Depois da decepção com Godzilla de 2014, vemos que a Universal está focando em trazer mais qualidade ao seu Universo que ao chegar em seu ápice com King Kong vs Godzilla, que provavelmente trará muitas maravilhas aos fãs.

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