LORDE ESTÁ DE VOLTA COM O NOVÍSSIMO “MELODRAMA”!

Olá, coxinhos e coxinhas! A queridinha do pop melodramático está de volta com um álbum incrível e super bad. Dizem que as músicas que carregam letras tristes, depressivas, escritas por corações partidos ou outro sintoma da famosa bad, são as melhores e eu posso confirmar que sim, é verdade. Lorde mostrou seus sentimentos ao público com seu novo álbum Melodrama, vem conferir!

Lançado hoje (16 de junho), Melodrama é o segundo álbum da cantora neozelandesa Lorde. As músicas começaram a ser escritas tão logo ela lançou seu álbum de estreia, Pure Heroíne, o qual foi extremamente aclamado por todos, em 2013. Porém, ela não entrou em estúdio para gravar, pois estava exausta após uma intensa excursão em promoção ao Pure Heroíne, retornando assim em 2015 para continuar o processo de escrita.

O álbum de Lorde é aguardado desde 2015, sendo que o lançamento foi especulado durante todo o ano de 2016 sendo cotado como um dos álbuns mais aguardados do ano. Em 02 de março de 2017, a música Green Light foi lançada como single e é o carro-chefe do álbum. Deixo abaixo as minhas impressões sobre as músicas inéditas (excluí-se Green LightLiabilityPerfect Places):

Para iniciar, Sober é a segunda faixa do álbum e traz uma animação presente no primeiro single, porém sua letra e melancolia revela a incerteza dos personagens quando estiverem sem o efeito de pílulas. O que faremos quando estivermos sóbrios?

“We’re King and Queen of the weekend
Ain’t a pill that could touch our rush
(But what will we do when we’re sober?)
When you dream with a fever
Bet you wish you could touch our rush
(But what will we do when we’re sober?)
These are the games of the weekend
We pretend that we just don’t care
But we care
(But what will we do when we’re sober?)
When you dream with a fever
Bet you wish you could touch our rush
(But what will we do when we’re sober?)

Homemade Dynamite é extremamente gostosa de ouvir e mostra uma Lorde diferente quando usufrui de elementos musicais mais agudos como a bateria e tambor como instrumentos principais. A letra fala sobre se permitir viver a vida.

“Our rules, our dreams, we’re blind
Blowing shit up with homemade d-d-d-dynamite
Our friends, our drinks, we get inspired
Blowing shit up with homemade d-d-d-dynamite
Blowing shit up with homemade d-d-d-dynamite”

The Louvre é marcante nesse trabalho de Lorde, será com certeza uma das mais aclamadas pela crítica por conta dos elementos musicais, expressões e pela junção do canto com a fala, que fez uma combinação ótima, sem contar que a voz da cantora está melhor explorada.

“A rush at the beginning
I get caught up, just for a minute
But lover, you’re the one to blame
All that you’re doing
Can you hear the violence?

Megaphone to my chest
Broadcast the boom, boom, boom, boom
And make ‘em all dance to it”

Em Hard Feelings/Loveless predomina o uso de instrumentos um pouco mais agudos e alternativos, que contrastam com a voz de Lorde e fazem dessa faixa (dupla) uma das candidatas a single.

“Hard feelings—
These are what they call hard feelings of love
When the sweet words and fevers all leave us right here in the cold
Alone with the hard feelings of love
God I wish I believed ya when you told me this was my home”

“We’re L.O.V.E.L.E.S.S
Generation
L.O.V.E.L.E.S.S
Generation
All fuckin’ with our lover’s heads
Generation”

Na sétima faixa, Sober ganha uma nova versão intitulada como Sober II (Melodrama), onde sua letra muda e também sua melodia, que antes era dançante e contagiante. Nesse drama, o questionamento já não é mais sobre quando estarão sóbrios, mas por que nos questionamos sobre certas coisas.

“We told you this was melodrama
(Oh, how fast the evening passes
Cleaning up the champagne glasses)
Our only wish is melodrama
(Oh, how fast the evening passes
Cleaning up the champagne glasses)”

Writer in the Dark é a mais sombria do álbum e lembra um pouco o Pure Heroíne, mas recebe backing vocals, piano e uma melancolia na voz da cantora que te faz se sentir dentro da história.

“I am my mother’s child, I’ll love you ‘til my breathing stops
I’ll love you ‘til you call the cops on me
But in our darkest hours, I stumbled on a secret power
I’ll find a way to be without you, babe
I am my mother’s child, I’ll love you ‘til my breathing stops
I’ll love you ‘til you call the cops on me
But in our darkest hours, I stumbled on a secret power
I’ll find a way to be without you, babe”

Supercut é a mais próxima de Green Light nas suas batidas e nas emoções que provoca em quem ouve. O termo supercut” pode ser definido como um compilado de coisas ou um vídeo clipe curto, e na música seria como uma lembrança visual.

“In your car, the radio up
In your car, the radio up
We keep trying to talk about us

I’m someone you maybe might love
I’ll be your quiet afternoon crush
Be your violent overnight rush
Make you crazy over my touch

But it’s just a supercut of us
Supercut of us”

A décima faixa é Liability (Reprise), uma versão alternativa de Liability, mais suave e sombria que a quinta música do álbum e é como uma verdade aceita pela personagem de que é complicado apaixonar-se por ela ou ter um relacionamento com ela porque ela é uma grande responsabilidade.

“But you’re not what you thought you were
But you’re not what you thought you were
Liability
But you’re not what you thought you were
Much for me
But you’re not what you thought you were”

É um álbum intenso e muito gostoso de ouvir, daqueles que você pode ouvir quando quiser. Esteja feliz, esteja triste, vem comigo curtir todo esse melodramaObrigada, Lorde, por nos abençoar com uma obra prima.

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