Escolha uma Página

Com vocês, a Mulher-Maravilha!

A CCXP 2019 foi realmente épica. O maior evento de cultura pop do mundo chegou ao Brasil e trouxe grandes encontros. Tivemos a oportunidade de ficar diante de Patty Jenkins e Gal Gadot. Durante a Coletiva de Imprensa oferecida pela Warner Bros., conversamos com a diretora e a intérprete de uma das maiores heroínas da DC. As duas vieram ao Brasil divulgar Mulher-Maravilha:1984, que estreia em junho deste ano.

Gal e Patty conversaram um pouco sobre o novo filme, além do papel de Diana Prince para o universo dos heróis. Jenkins aproveitou para contar sobre sua relação com a personagem e o que a franquia significa para si.

Eu sou apaixonada pela personagem desde criança e por isso precisei ter cuidado na hora de fazer o filme. Foi uma combinação de ser uma fã da Mulher Maravilha e querer estar com ela, me sentir na presença dela. E é engraçado, pois a heroína só aparece, realmente, no final do filme.

Eu estava ansiosa para enfim mostra-la com todo o seu poder, em sua forma mais poderosa, como eu a vejo. Gal e eu pensamos muito sobre isso.

A diretora ainda comentou um pouco sobre o universo dos heróis e seu discurso foi aplaudido pelos jornalistas ali presentes.

O que eu amo dos quadrinhos é que eles são capazes de contar inúmeras histórias. Acho que uma das razões pelas quais tivemos sucesso com o filme, foi o fato de que nunca passou pela minha cabeça ser um gênero masculino. Eu amo filmes de heróis e sou uma mulher.

Gal aproveitou para comentar o significado que Diana trouxe para sua vida. Além disso, a atriz adicionou a felicidade e o prazer de representar uma heroína mulher.

Ouvir e receber o feedback de pessoas aleatórias ao redor do mundo , sobre como o filme afetou a vida delas, ou de suas filhas e seus filhos, é um privilégio. Eu tive muita sorte, nós tivemos muita sorte.

Eu concordo com a Patty nisso, olha a quantidade de gente fazendo o gesto da Mulher-Maravilha, usando roupas. É incrível.  

Quando questionada sobre 1984, Gal era só sorrisos.

A primeira vez que eu assisti ao novo filme, eu não me senti como Gal Gadot, a atriz. Eu voltei a ser uma garotinha, no subúrbio de Israel, impressionada. Eu nunca vi algo desse tipo antes.

Me sentir essa garota, vendo aquela mulher fazendo todas aquelas coisas, percebi o quanto isso é muito importante.


VEJA MAIS SOBRE FILMES