As mortes mais angustiantes da história!

As mortes mais angustiantes da história!

Todos sabem que a morte é a única certeza da vida mas, infelizmente, algumas pessoas passam desta para uma muito melhor de maneiras terríveis. Isso nos faz refletir sobre o quão fisicamente dolorosa pode ser a nossa ida para o próximo plano. Atenção!! Esse conteúdo sobre mortes é extremamente inapropriado para menores de idade e pessoas muito sensíveis, portanto, se você não consegue ler sobre temas fortes, não continue no post, ok? Se você ainda não viu nossos outros posts no mesmo tema, clique aqui para ler sobre Filmes de terror coreano para dar aquele medinhoTop 5 jogos de terror para 2015, Top 7 filmes de terror para ver em 2015, Lendas urbanas que se tornaram verdadeirasFotos com histórias bizarras de dar frio na espinha.

Hiroshi Ouchi: Em 1999, o japonês Hiroshi Ouchi recebeu uma dose de radiação mortal enquanto trabalhava com o material radioativo em uma usina. Após o contato com a radiação, toda sua pele lentamente caiu.

Hiroshi Ouchi

De acordo com relatos, depois de sofrer em agonia pacientemente por uma semana, Ouchi murmurou entre gemidos: “Eu não aguento mais. … Eu não sou um rato de laboratório “. Suas palavras chocaram os médicos e enfermeiros no comando de seu tratamento. Não havia cura para Hiroshi. Seu coração parou três vezes e, mesmo assim, os médicos o ressuscitaram. Seus cromossomos haviam sido destruídos. “Nenhum dos cromossomos de Ouchi pôde ser identificado ou organizado em ordem.” O corpo de Ouchi foi destruído de dentro para fora. Foi uma morte lenta, dolorosa e obviamente inevitável. Certamente os médicos deveriam ter sido capazes de reconhecer isso antes de toda aflição pela qual Hiroshi Ouchi teve de passar. (Vocês podem facilmente achar fotos dele na internet porém o conteúdo é muito forte)

Junko Furuta: A história de Junko Furuta é uma das mais famosas histórias crueldade que eu já vi, e foi até retratada em um filme. A moça, uma adolescente japonesa de 17 anos de idade, foi sequestrada por um grupo de homens jovens. Eles mantiveram-na em cativeiro na casa de propriedade dos pais de um dos jovens e forçaram a jovem a ligar para os pais e dizer que havia fugido. Esse foi o início de  44 dias de tortura que levaram à sua morte.

Junko Furuta

Eles alimentaram Junko com baratas e ela podia  beber apenas a própria urina. Objetos estranhos foram inseridos tanto em sua vagina como ânus, incluindo uma lâmpada ainda acesa, garrafas quebradas, cigarros e fogos de artifício. Houve estupro e sodomia todos os dias. A estimativa é de que a garota tenha passado por aproximadamente 500 estupros, visto seus captores serem ligados a Yakuza.

Ela sofreu espancamentos físicos constantes, incluindo com tacos de golfe e golpes contra chão de cimento. Foi espancada até a tal ponto que seu cérebro estava encolhendo a partir do trauma. Perdeu o controle do intestino após halteres serem lançados sobre seu estômago enquanto ela estava deitada no chão, com as mãos e pés atados. Ela foi pendurada no teto e usada como saco de boxe. Em seu último dia de custódia, ela implorou para que eles simplesmente a matassem logo. Nos últimos dias, eles a desafiaram para um jogo de Mahjong Solitaire, dizendo que se ela ganhasse, eles a libertariam. Ela venceu, mas em vez de liberá-la, bateram nela mais ainda e queimaram o rosto e o estomago da jovem. Ela entrou em choque e morreu no dia seguinte. Seu cadáver foi encontrado em um barril cheio de concreto em um terreno em Tókio.

Grigori Rasputin: Ele foi envenenado, mas não morreu. Então,  foi atrás de quem o envenenou e acabou esfaqueado.

Grigori Rasputin

Mas, mesmo esfaqueado, Rasputin não morreu e continuou atrás dos assassinos! Então eles atiraram nele e, acreditaram ter finalmente terminado o serviço. Só que duro na queda, Rasputin abriu os olhos e se lançou para um dos assassinos para estrangulá-lo, então eles atiraram um pouco mais e o viram recuar engatinhando. Afim de que ele não acordasse mais, os assassinos o amarraram  e o colocaram em um saco, que jogaram no rio. Dois dias depois, o saco foi recuperado, e parecia que Rasputin quase escapou das suas amarras. Então para ter certeza (sim, ainda achavam que ele ia sobreviver), queimaram o corpo. Mas dizem que ele ainda fechou suas mãos e sentou-se no fogo. (Duro de matar)

David Allen Kirwan: Em 20 de julho de 1981, David Allen Kirwan de La Canada – Califórnia, estava dirigindo pela área da Fonte térmica de Yellowstone Paint Pot  com seu amigo Ronald Ratliff e o cão deste, Moosie. Por volta das 13h00 eles estacionaram o caminhão para uma olhada nas fontes termais. Moosie escapou do caminhão, correu em direção de Celestine Pool (uma fonte termal cuja água temperatura é superior a 200 °) e saltou.

David Allen Kirwan

Kirwan e Ratliff correram para Celestine Pool, para ajudar o cão, que  latia em agonia e, parecia que Kirwan queria pular pra salvar o amigo. De acordo com os espectadores, várias pessoas tentaram avisar Kirwan para não pular, mas ele gritou: “O diabo que eu não vou”! Virou as costas para eles, deu dois passos em direção a piscina e, em seguida, mergulhou de cabeça na água em ebulição.

Kirwan nadou até o cão e tentou levá-lo para a borda, depois  deixou o cão e tentou sair da piscina. Ratliff ajudou a puxar Kirwan para fora da água quente (resultando em queimaduras de segundo grau para seus próprios pés), e um outro turista levou Kirwan para a calçada, enquanto ele murmurava: “Isso foi estúpido. Quão ruim eu estou? Isso foi a coisa mais estúpida que eu fiz”.

Kirwan ficou muito mal. Estava cego e, quando um turista do parque tentou remover um de seus sapatos, sua pele (que já estava descascando em todos os lugares) saiu com ele. Ele sofreu queimaduras de terceiro grau em 100% do seu corpo, incluindo a cabeça, e morreu na manhã seguinte em um hospital de Salt Lake City. (Moosie não sobreviveu também.)

Balthasar Gerards: Ele foi executado pelo assassinato de Guilherme I, Príncipe de Orange. A tortura começou com uma longa sessão de chicoteamento, depois suas feridas foram untadas com mel e lambidas por uma cabra.

Balthasar Gerards

Gerards ainda foi forçado a dormir com as mãos e pés atados juntos e aguentar um peso de 140 quilos amarrado aos dedões de seus pés durante meia hora. Calçar sapatos minúsculos, feitos de pele de cachorro, e ser colocado em frente ao fogo, de modo que o calor fez os sapatos se contraírem e esmagarem seus pés. O restante da pele queimada foi arrancada. Suas axilas foram marcadas com ferro quente. Foi forçado a vestir uma camisa embebida em álcool e derramaram gordura animal quente sobre ele. E como se isso não bastasse, colocaram pregos entre a carne e as unhas das mãos e dos pés.

Os magistrados, por fim, decretaram que a mão direita de Gerards deveria ser queimada com um ferro em brasa, sua carne ser arrancada de seus ossos com pinças, em seis lugares diferentes, e, por fim, ser esquartejado e estripado vivo, tendo seu coração arrancado de seu peito e jogado em seu rosto e, finalmente, a cabeça decapitada.

György Dózsa: György Dózsa era um rebelde húngaro em 1400, que acabou por ser capturado, torturado e executados junto com seus seguidores.

György Dózsa

Ele foi capturado e condenado a sentar-se em um trono de ferro fumegante e super-aquecido, com uma coroa de ferro aquecida na cabeça e um cetro na mão, aquecido também (zombando de sua ambição de ser rei). Enquanto Dózsa estava sofrendo, uma procissão de nove companheiros rebeldes, que haviam sido deixados famintos, foram levados até o tal trono. Na liderança estava o irmão mais novo de Dózsa, Gergely, que foi cortado em três. Em seguida, os carrascos queimaram a pele de Dózsa com alicates em brasa e, depois de puxar a carne, mandaram os rebeldes remanescentes a morder onde o ferro quente tinha sido inserido e consumir a carne. Aqueles que se recusaram, cerca de 3 ou 4, foram simplesmente cortados, o que levou os rebeldes restantes a fazer o ordenado. No final, Dózsa morreu no trono de ferro, enquanto os rebeldes que obedeceram e comeram a carne foram libertados.

Deborah Gail Stone: Em 8 de julho de 1974, nove dias depois de a atração America Sings ser aberta na Disneyland (ou Disneylândia), uma jovem de 18 anos, Deborah Gail, que fazia parte do elenco, morreu ao ser esmagada entre duas paredes do cenário.

debbi stone

Um canal estreito entre uma parede estacionária e uma parede rotativa estava aberto e Deborah foi infeliz o suficiente para caminhar por este espaço quando parede rotativa começou a se mover. E o pior: a plateia e funcionários ouviram os gritos de morte de Deborah e pensaram que tudo fazia parte do show.

Se tiver mais histórias nesse estilo creepy, mande pra gente! 😉

Hegle Evangelista
por

Hegle Evangelista

Dona de um nariz de batata e de uma leve Fobia Social. É muito lerda pra jogar videogame, mas isso não a impede de jogar como se não houvesse amanhã (ou faculdade). Gosta de Metal Sinfônico, de fazer pesquisas, Harry Potter e comer chocolate depois de fazer academia ;D

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