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Uma coisa inegável é que produções de terror e suspense sempre atraem muita atenção do público. Seja no cinema, na TV e nos stremings o gênero é bem-vindo e com Marianne não foi diferente.

A série de terror chegou ontem (13) na Netflix, e já está fazendo barulho e gerando comparações (equivocadíssimas!) com outras produções da plataforma.

A série acompanha Emma, uma escritora de terror, super arrogante que possui uma gama imensa de fãs aficionados pelos embates entre a heroína Lizzie Clarke e a bruxa Marianne. Contudo, quando ela anuncia o encerramento da saga, ela começa a ser atormentada pelos “fantasmas” do seu passado. Logo de cara, no 1º episódio já é entregue que o que escreve se torna “real”.

Os elementos utilizados na série são a base de todo e qualquer filme de terror clássico, arrisco a dizer que a ambientação e alguns elementos fotográficos são característicos do tão conhecido “O chamado”. A pegada de Jump Scare frequente não me agrada, mas sei que grande parte do público acredita que uma boa obra do gênero necessita deste elemento, então se você se identifica, essa série é pra você.

Apesar de uma fotografia linda que mescla o moderno com o retrô, a série peca na sua edição tornando confuso o entendimento no quesito sonho/realidade que pode gerar algum incômodo (ou não), bem como a narrativa arrastada em alguns pontos. Arrisco a dizer que Marianne funcionaria muito melhor como filme.

Os efeitos reforçam a atmosfera, possibilitando uma melhor imersão tais como, figuras grotescas e criaturas com olhos brilhantes. Um prato cheio ao entretenimento, não é mesmo?

Bizarramente inquietante, a série choca, com cenas fortes e mesmo com elementos tradicionais proporciona ao espectador sustos e possivelmente pesadelos que o acompanharão até uma próxima temporada.

A 1ª temporada de Marianne já está disponível na Netflix