Se engajar em projetos sociais e sustentáveis é normal hoje em dia (ufa) e essas ações são comumente vistas nos jovens de hoje em dia. Lendo um texto do super site do projeto Planeta Sustentável, cheguei à conclusão que essa imagem que temos dos jovens é verdadeira mesmo. Obs. Alguns trechos do texto abaixo foram retirados do site Planeta Sustentável, acesse o site deles caso tenha interesse em conhecer mais o projeto e suas dicas sobre como podemos ajudar a mudar o mundo!

“Todo verão Mark Zuckerberg decide fazer algo diferente. Em 2010, o criador do Facebook já havia resolvido aprender chinês. Em 2011, com todo o sucesso da rede social, optou por algo que lhe deixasse grato pelo que tem – mais precisamente, pela comida em seu prato. Resolveu que só iria comer a carne de animais que ele mesmo abatesse. Um vizinho e cozinheiro do Vale do Silício o apresentou aos agricultores das proximidades e o ensinou a matar seus primeiros animais. A nova dieta está fazendo sucesso: segundo ele, a quantidade de pessoas que vieram procurá-lo interessada em vegetarianismo, caça e até agricultura foi enorme. O criador do Facebook ter escolhido esse desafio particular, no entanto, não é capricho isolado de um jovem bilionário. É um interesse da geração de Zuckerberg, de 27 anos. Os hobbies esquisitões, o contato com a natureza e o ‘faça você mesmo’ são tendências entre pessoas muito menos abastadas do que o dono do Facebook. Talvez até você mesmo tenha uma mania dessas”.
 
Desde que a humanidade existe, pessoas com hábitos alternativos chamam a atenção da sociedade, acontece que hoje em dia os hábitos saudáveis e que não agridem o planeta deixaram de ser uma frescura e passaram a ser uma obrigação de todos nós. Fica muito difícil de acreditar que um dia todo esse planeta terá um fim se continuarmos no mesmo ritmo de destruição, até porque ele é grande demais, lindo demais e todo ser humano tem a ‘seleção natural’ para assuntos sérios. Quanto mais jovens, mais conscientes, isso é uma certeza. Sabemos qual geração iniciou o processo destrutivo do planeta Terra e sabemos mais ainda que a destruição virou uma desculpa para a sobrevivência.
“Basta dar uma olhada nas tendências que andam surgindo aqui mesmo no Brasil. Uma delas são as Ecovilas, uma espécie de comunidade baseada na produção local de alimentos orgânicos, no uso de sistemas de energia renováveis e na preservação do ambiente. Todos constroem juntos suas casas e produzem sua própria comida: a inspiração hippie é inegável”.
Seria uma ignorância continuar pensando de forma preconceituosa sobre pessoas engajadas em projetos como as Ecovilas. Não existe mais espaço no mundo para o falso-ativista, aquele que sentado em seu sofá costuma reclamar da fome e do desmatamento como se fosse problema de outro alguém. Levantemos de nossos sofás, precisamos colocar a mão na massa, nem que seja para regar uma plantinha em nosso jardim.
“Outra inspiração desse grupo é a cultura do ‘Faça você mesmo’ (do it yourself – DIY), que teve origem nos pós-guerra dos anos 50.”
 
Simples e objetivo, mas com resultado muito gratificante. Essa é a idéia do DIY. Como fazer hortas para subsistência morando até mesmo em apartamentos, como investir somente em produtos ecologicamente aprovados, como economizar água e luz no dia a dia…
“O último item do qual os neohippies não abrem mão é a tecnologia. O sucesso do Instagram, rede social de compartilhamento de fotos do iPhone é apenas um dos exemplos. Todas as fotos têm um ar de bolor nostalgia, com filtros em preto e branco ou que imitam as lomos, antigas câmeras soviéticas”.
 
O legal dos jovens estarem engajados em todos os tipos de melhoria com impacto imediato para nosso planeta é que temos a tecnologia a nosso favor. A internet e todos os novos meios de comunicação ajudam a divulgar cada vez mais métodos, manuais, projetos e atitudes que podem fazer maior diferença quando nos unimos. Não podemos abandonar essa idéia e temos que agarrar com todas as forças as chances imediatas que temos de melhorar o planeta em que vivemos! Juntos podemos muito mais!
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