Existem histórias cujas palavras nos tocam e nos marcam para sempre. E existem aquelas que não precisam de palavras para ser pura poesia. Galho seco, de Guilherme Petreca, faz parte deste segundo grupo. A história conta sobre um rapaz, um galho seco jogado na rua, e fuga. Fuga dos problemas, das frustrações, dos amores perdidos, por uma vida ou por um piscar de olhos. E o faz com uma beleza que é impossível não reler e reler, e se perder em cada página.

O traço do mundo onírico de Guilherme Petreca tem um contraste forte de sua representação do mundo “real”, de modo que você realmente embarca no sonho. Lendo com meu filho, ainda tivemos o grande prazer de encontrar (segundo ele!) o Mário (do jogo Mario Bros.) e um jovem Pairulito (referindo-se ao personagem do desenho “Apenas um Show”). Essa é a beleza de Galho Seco: qualquer um pode ler, em qualquer idioma, com qualquer idade, e cada experiência é bela e mágica. Foi assim para mim, pro meu filho (e eterno sidekick) e será pra qualquer um que tenha a oportunidade de ler.

galhos secos

Embarque nesta poesia desenhada, neste sonho traduzido, e deixe-se levar por um mundo que se transforma apenas pelo toque de um galho seco. Caso queira conhecer mais a obra, entre em contato com o autor Guilherme Petreca por aqui.

galhos

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