Gravadoras também processam Megaupload!

-por , em 14/04 -
Gravadoras também processam Megaupload!

Quem vive na internet e baixa séries, filmes e músicas, sabe como servidores como o do Megaupload são importantes e cheios de conteúdo! Já tem um tempo que a maioria desses servidores de arquivos ‘ilegais’ anda sendo processada por violação de direitos autorais. Alguns estúdios de cinema já haviam iniciado esse processo contra o próprio Megaupload, mas agora é a vez das gravadoras iniciarem a guerra contra a empresa e seu fundador, Kim Dotcom. Segundo o processo, a empresa, seu fundador e outros réus, se envolveram, encorajaram e lucraram com as violações em massa dos direitos autorais de músicas.

Os principais autores da ação, segundo matéria do G1 são os selos Warner, pertencente à empresa Time Warner, UMG, da Vivendi, Sony Music, unidade da Sony, e Capitol Records, também da Vivendi. Eles dizem que o Megaupload lucrou ilicitamente mais de US$ 175 milhões com as violações, causando “mais de meio bilhão de dólares em prejuízo” aos detentores dos direitos patrimoniais das músicas, segundo o processo.

As autoridades dos EUA, que fecharam o site em 2012, acusam o Megaupload de acarretar prejuízos superiores a US$ 500 milhões para gravadoras e estúdios de cinema e TV, já que o site estimulava os usuários pagantes a armazenarem e partilharem material protegido. Dotcom diz que o Megaupload era apenas um “armazém” digital, sem responsabilidade sobre conteúdos obtidos ilegalmente.

megaupload

Ira Rothken, advogado de Dotcom, desmereceu ambos os processos: “A RIAA (entidade do setor fonográfico), e MPAA (do setor cinematográfico) e o Departamento e Justiça são como três ratos cegos seguindo-se mutuamente na busca por reivindicações de direitos autorais sem mérito”, afirmou.

“Esses casos são um ataque à tecnologia de armazenamento em nuvem, já que o armazenamento em nuvem é uma tecnologia neutra que pode ser usada para bons e maus propósitos”. “O Megaupload acredita firmemente que irá prevalecer”, acrescentou Rothken. Atualmente, Dotcom – um alemão cujo nome de batismo é Kim Schmitz – está também sob ameaça de ser extraditado para a Nova Zelândia para responder pelo crime de pirataria. No mês passado, Dotcom criou na Nova Zelândia, onde tem visto de residência, um partido que se propõe a disputar as eleições nacionais de setembro no arquipélago.

Cris Siqueira
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Cris Siqueira

Nerd, administradora, RPGista, apaixonada por gastronomia, curiosa sobre todos os assuntos e acha que Darth Vader é Deus. Gasta seus “bons tempos” escrevendo, lendo, vendo seriados e viajando. Reza todos os dias para tirar sempre 20 nos dados e nunca morrer no meio de uma batalha!

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