As baleias não foram salvas. A vida em nossos oceanos, praticamente extinta. Também não temos mais combustíveis fósseis. Para solucionar a crise energética e ao mesmo tempo colocar comida na mesa do povo, foram criados clones geneticamente modificados das baleias com capacidade de gerar Iridium, um novo combustível e, por seu tamanho avantajado, servir de alimento pra muita gente. Embora o esgotamento do planeta e a extinção destes cetáceos não estejam muito distantes na nossa realidade, por enquanto esse triste cenário será encontrado apenas no mundo construído por Daniel Rossini em sua hq Gargantua.

Na trama acompanhados Essex, um marinheiro que perdeu a capacidade de sonhar após a traumática morte de sua irmã. Sobrevivendo como caçador de gargantuas, segue se arriscando no mar junto com a tripulação do SS Pollard. O que talvez ele não esteja esperando é que essas criaturas desenvolvidas apenas para nosso consumo não estejam mais tão satisfeitas com sua posição na cadeia alimentar. Num mundo onde não existem marinheiros à moda antiga e todos dependem de aplicativos instalados em seus cérebros para realizar suas funções, é possível sobreviver à deriva? E que outros perigos, além da sede e da fome, é possível encontrar pedido em alto-mar?

Mais do que lutar pela vida, o que impele Essex a continuar? As visões de sua irmã morta são sonhos, alucinações ou visões? A verdade é que o sangue dos mortos sempre deixa assuntos para os que ficaram para trás resolverem e com nosso protagonista não será diferente. Mas será que ele de fato vai concluir suas questões ou será mais um a deixar assuntos inacabados pra trás?

Gargantua

O ataque da Gargantua é implacável.

Lançada pelo selo Quad Comics na Comic Con Experience 2015, Gargantua apresenta uma história sobre escolhas, família e sobrevivência. Seja do mais forte, do mais esperto, da pessoa melhor relacionada ou da espécie mais adaptada. Você pode comprar sua edição aqui.

Gargantua

Sonho, visão ou alucinação?