Frozen – Uma Aventura Congelante

-por , em 21/01 -
Frozen – Uma Aventura Congelante

Oi! Estou de volta para falar outra vez de cinema, ao que parece. Como vai? Em minha postagem anterior (veja AQUI), comentei com vocês que fui assistir em 4D um dos recentes filmes da Disney, Frozen, e hoje vou contar o que eu achei para vocês!

Para os que não conhecem, o filme conta a história de duas irmãs, princesas, que em sua infância eram inseparáveis. Porém, após de um acidente causado por Elza, a irmã mais velha, o rei e a rainha decidem que para a segurança de todos, devem esconder a filha e evitar que ela entre em contato com qualquer pessoa, especialmente Anna, sua irmãzinha caçula, por causa dos poderes com os quais nasceu.

Bem humorado e com uma trama cativante, o filme, como a maioria dos produzidos pela Disney, é marcado pela presença de muitas músicas. Todos os personagens principais cantam ao menos uma vez durante o desenrolar do enredo. Isso pode ser um ponto negativo se você não é fã de cantorias e musicais, pois uma parte considerável das cenas que não envolvem ação envolvem instrumentos, voz e dança. Mas, em contra partida, o drama desenvolvido entre Anna e Elza, ao serem forçadas a se separar sem que a mais nova soubesse ao menos da razão, te prendem e atiçam a curiosidade. Admito que tentei prever algumas vezes durante o filme o que aconteceria a seguir, coisa que faço facilidade em alguns longas infantis, mas com este, eu falhei na maioria das vezes.

(A partir daqui, vou entrar em detalhes para sustentar minhas impressões e comentar sobre a interação com o 4D. Então, cuidado se não viu o filme ainda. Agora é puro spoiler!).

Existe muitos momento do filme em que o humor é bem elaborado. É o caso da maioria das cenas em que o boneco de neve Olaf aparece, sempre atrapalhado. Mas existem também os momentos tocantes, como Anna perdendo a esperança de tirar a irmã do quarto onde se tranca para que possam se divertir juntas. Com esse jogo de ascensão e declínio de emoções a trama do filme ganha força, cativando até mesmo os adultos.

Ainda, a sala especial aumentou muito a minha interação com o filme. Ela ficou relativamente mais fria depois de Elza congelar todo o povoado e a floresta. Cenas com vento faziam com que ligassem os ventiladores e um vento que poderia ser brando ou forte o suficiente para bagunçar cabelos preenchia o ambiente. Quando o gelo brilhava sob a luz do sol, flashes de luz piscavam pela sala algumas vezes e sempre que havia uma cena em que alguém cavalgava a rena Sven, a cadeira balançava com força, simulando o galope com quem estava sentado nela. Cena com água? Água pulverizada em você! E o mais curioso foi durante a música estrelada pelos trolls. Ao jogarem flores ao alto, um cheiro floral invadiu a sala. Esse tipo de evento durante o filme enriqueceu muito toda a experiência e foi show!

Por fim, deixo meus elogios aos dubladores originais e brasileiros do filme. Se tiver a oportunidade, veja ao menos um trecho de Frozen no Youtube nas duas línguas e veja o trabalho feito. Ficou realmente muito bom e as vozes combinam perfeitamente com os personagens. Só estranhei um pouco a de Elza, que é levemente nasalada, no começo. Mas quando cantou, especialmente a musica em que construía seu castelo de cristal na montanha do norte, eu tive de admitir que era linda.

O único ponto em que fiquei menos “eufórica”, por assim dizer, foi o final bonitinho, mas clichê, em que “o amor salva tudo” sempre visto nos longas disneycos. Mas, quanto a isso, nada posso fazer… afinal, o bem sempre vence o mal, não? É claro que eu não queria um final trágico, mas talvez mais ousado e inesperado, como o visto no filme “A família do futuro”, também de mesma autoria.

E, com essas palavras eu me despeço! Espero que tenha gostado! Beijinhos! Curtam o trailer!

Larissa Fogo
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Larissa Fogo

Otaku e gamer assumida, é uma garota que ama o Japão e tudo referente ao assunto. Joga FPS e lê romances e aventuras. Também é uma futura química (não, não peçam para "cozinhar", porque se bobear, inventa um jeito de queimar até a água). Idolatra a Lara Croft. É uma nerd de todo coração!

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