A Evolução do Cinema até o 4D

-por , em 12/05 -
A Evolução do Cinema até o 4D

Oi! Como vai? Eu  sou uma cinéfila, completamente louca pelas telonas! Por isso, eu estive pensando… Você já percebeu o quanto o cinema evoluiu? Já parou pra pensar nisso? Não só o ambiente, mas a qualidade dos filmes e a nossa interação com eles, a cada dia aumenta mais um pouquinho e a experiência que temos ao passar algumas horas lá dentro é sempre deliciosa. Mas isso nem sempre foi assim! Vem comigo que vou te contar!

A primeira vez que o ser humano teve contato com as imagens que se moviam no telão foi na primeira “sessão de cinema”, por assim dizer, feita em Paris de 1895. O filme apresentado ao público durou menos de 1 minuto e era simplesmente a chegada de um trem na estação, causa do nome “L’Arrivée diun Train a La Ciotat”. Ele foi gravado pelos irmãos Lumiére e foi o inicio de uma nova indústria nas artes. Confira:

Pode parecer algo bobo para nós, que estamos em contato com esse tipo de coisa desde pequenos, mas na época, era algo jamais visto e a apresentação do filme se tornou uma balburdia. O público saiu correndo do salão, onde o curta foi passado, pensando que o trem sairia da imagem!

Porém o tempo passou e o cinema cresceu. Engenhosos, tentaram unir imagens e sons de forma sincronizada, mas como não conseguiam, tiveram que seguir de outra forma. Assim, o cinema mudo surgiu e a imagem era na maioria dos casos acompanhada de música ao vivo. Os personagens então, se comunicavam com mímicas e, se necessário, pequenos diálogos apareceriam escritos entre as cenas. Damos então destaque a um dos principais dessa fase, Charlie Chaplin, que conquistou multidões com suas obras:

E assim, a indústria do cinema foi evoluindo. O som foi finalmente sincronizado com a imagem e pudemos ouvir os atores falar. As cores chegaram e o tom de carmim nos lábios das donzelas pode finalmente ser visto. E então, os efeitos especiais chegaram. Em 1977, George Lucas inovou com o primeiro filme de uma das séries mais aclamadas até hoje, que chamou de “Star Wars”, onde, através de efeitos, criou o sabre de luz,fez com que os tiros de um blaster fossem visíveis e naves voarem pelo hiper espaço.

A partir desse momento, tudo se tornou mais e mais elaborado. Os efeitos melhoraram a sua qualidade, as animações chegaram, nos permitindo conhecer hoje filmes como “A lenda de Beowulf”, “Toy Story” e “Shrek”. E por fim, chegou à inovação que, em minha opinião, foi a melhor que poderiam ter inventado para o cinema: a imagem ganhou profundidade e também começou a sair da tela.

Sim, o efeito 3D chegou. Primeiro, tínhamos que usar aqueles óculos engraçados, de lentes coloridas em vermelho e azul, mas depois a tecnologia nos trouxe o que temos agora, aqueles óculos pretos que não tiram as cores do filme e que aumentaram muito o efeito de dimensões diferentes. É uma evolução incrível que pensei que não poderia ficar melhor. Mas estava errada. Fui surpreendida quando fui a um dos cinemas da rede “Cinépolis”, assistir ao longa da Disney “Frozen”, mas não assisti a uma sessão normal, não! A que eu vi foi em 4D!

Para os que não conhecem, alguns cinemas no Brasil já contam com salas especiais para a exibição de filmes em quatro dimensões. Trata-se de salas equipadas com cadeiras que se movimentam, soltam jatos de ar, pulverizam água e podem até liberar cheiro, se vier a oportunidade. Ainda a sala só exibe filmes em 3D e possui ventiladores e ar condicionado potentes para aumentar a inserção do usuário na cena. E, se ainda quiser mais, a imagem é em HD, o som Surround e alguns flashes de luz podem ser emitidos em momentos de luz forte, como quando um raio é atraído ao martelo do Thor, por exemplo, ou ao estourar dos fogos de artifício em volta do castelo da Disney antes de um filme começar.

#FicaAdica: segure BEM a sua pipoca ;D

Apesar de não ser muito em conta – Uma entrada para uma sala dessas, pode facilmente girar em torno dos R$ 40,00 – essa é uma experiência que vale e MUITO a pena, então, pesquise se na sua região existe um cinema que exibe filmes em 4D e se puder, vá um dia assistir um filme lá!

Mas agora, pense comigo. Nós já evoluímos os hologramas, certo? Você pode vê-los em atrações nos parques da Disney e Universal  nos Estados Unidos, nos fazendo acreditar de Jack Sparrow e Dumbledore realmente estão diante de nós. Também no show da cantora pop japonesa, Hatsune Miku, que na verdade nunca existiu! Ela é só um programa desenvolvido pela Yamaha para cantar o que o usuário escreve e dançar as coreografias que ele desenvolveu. Se já estamos assim, será que um dia o cinema também será feito na forma de holograma? Dando-nos a sensação de que tudo está sendo feito ao vivo como em um teatro? Ou, quem sabe, de que nós estamos dentro do filme? Tomara que realmente aconteça!

Larissa Fogo
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Larissa Fogo

Otaku e gamer assumida, é uma garota que ama o Japão e tudo referente ao assunto. Joga FPS e lê romances e aventuras. Também é uma futura química (não, não peçam para "cozinhar", porque se bobear, inventa um jeito de queimar até a água). Idolatra a Lara Croft. É uma nerd de todo coração!

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