CONHEÇA AINDA MAIS DA HISTÓRIA DOS HERÓIS DA OVERWATCH NA PARTE 4 DO NOSSO ESPECIAL!

Overwatch foi lançado há um ano pela Blizzard e se tornou um fenômeno mundial, tendo nesses 365 dias mais de 30 milhões de jogadores ativos e uma tonelada de uma história que não para ser explorada pela desenvolvedora em novos eventos, curtas, quadrinhos, entre muitas mídias.

Comemorando de uma forma especial essa data, nós do Coxinha Nerd resolvemos fazer uma série de posts especiais durante a semana para comemorar esse feito de Overwatch, contando de uma forma melhor toda a história de todos os heróis do game. No post de hoje, continuamos com nossa terceira parte, falando dessa vez dos heróis Suporte. Confira:

ANA:

Nome verdadeiro: Ana Amari, Idade: 60
Ocupação: Caçadora de recompensa, Base de operações: Cairo, Egito
Afiliação: Overwatch (anteriormente).

Como a Crise Ômnica teve um peso muito grande para o Egito, as forças de segurança esvaziadas e sem pessoal do país se apoiaram nos franco-atiradores de elite. Entres eles, Ana Amari, que era considerada por muitos a melhor do mundo. Sua destreza com as armas, tomada rápida de decisões e instintos, fizeram dela uma seleção natural para se juntar à força de ataque de Overwatch que terminou a guerra.

Seguindo o sucesso da missão original de Overwatch, Ana serviu muitos anos como a Segunda no Comando para o Comandante de Ataque Morrison. Apesar de suas grandes responsabilidades liderando a organização, Ana se recusou a deixar as operações de combate. Ela continuou ativa até seus cinquenta anos de idade, até acreditarem que ela morreu nas mãos de uma agente da Talon conhecida como “Widowmaker”, durante uma missão de resgate de reféns.

Na verdade, Ana sobreviveu a esse encontro, mesmo que gravemente ferida e tendo perdido seu olho direito. Durante sua recuperação, ela sentiu o peso de uma vida gasta no combate e decidiu permanecer distante dos conflitos mundiais que se alargavam. Entretanto, com o passar do tempo, ela se deu conta de que não podia fazer nada enquanto sua cidade e as pessoas inocentes ao seu redor eram ameaçados por outros.

Agora, Ana voltou à luta para proteger seu país das forças que poderiam desestabilizá-lo; e mais importante, para manter sua família e seus aliados mais próximos em segurança.

LÚCIO:

Nome verdadeiro: Lúcio Correia dos Santos, Idade: 26
Ocupação: DJ; Lutador da Liberdade, Base de operações: Rio de Janeiro, Brasil
Afiliação: Nenhuma.

Lúcio Correia dos Santos cresceu no Rio de Janeiro, em uma favela pobre e super populosa, que sofreu muito com o revés financeiro após a Crise Ômnica. Com o Brasil iniciando o longo processo de recuperação, ele quis encontrar uma forma de avivar os espíritos daqueles a seu redor. Ele encontrou o que procurava na música e no poder que ela tem de aproximar as pessoas, ajudando-as até mesmo a esquecer seus problemas, mesmo que apenas por um momento. Ele se apresentava nas ruas, em festas na comunidade, e quando foi ficando mais velho, em uma série de shows lendários da cena underground.

Mas a comunidade unida de Lúcio se transformou em um caos quando a Corporação Vishkar, uma multinacional, assinou um contrato para reconstruir grandes porções da cidade. Foi dito a Lúcio e seus vizinhos que o desenvolvimento melhoraria suas vidas. Mas essa promessa nunca virou realidade. A Vishkar impôs um controle a seus residentes sob a alegação de construir uma sociedade com mais ordem: colocando toques de recolher, atacando comportamentos que a companhia via como imorais e explorando a população como força de trabalho barata.

Lúcio não podia aceitar isso. Ele roubou a tecnologia sônica da Vishkar que havia sido usada para oprimir a população e converteu em uma ferramenta para motivá-los à ação. Com uma revolta popular, eles expulsaram a Vishkar de suas vizinhanças.

A liderança de Lúcio o transformou da noite para o dia em celebridade e um símbolo de mudança social positiva. Sua música teve uma explosão de popularidade. Antes ele se apresentava localmente, agora ele enchia as arenas ao redor do mundo. Com sua nova fama, Lúcio percebeu que tinha a oportunidade de fazer a diferença e mudar o mundo para melhor.

MERCY:

Nome verdadeiro: Angela Ziegler, Idade: 37
Ocupação: Médico de campo, Socorrista, Base de operações: Zurique, Suíça
Afiliação: Overwatch (anteriormente).

Ziegler se tornou a chefe de cirurgia em um proeminente hospital suíço, antes de ser pioneira em avanços no campo da nano biologia aplicada, que melhorou radicalmente o tratamento de doenças e ferimentos mortais. Foram estas perícias que atraíram a atenção da Overwatch.

Com o falecimento de seus pais devido à guerra, Ziegler se opunha à abordagem militar da organização em manter a paz mundial. Por fim, ela reconheceu que a Overwatch oferecia a ela a oportunidade de salvar vidas em uma escala muito maior. Como chefe das pesquisas médicas da Overwatch, Angela buscou alavancar seu trabalho de cura na linha de frente, em situações de crise. O resultado foi a armadura de resposta rápida Valquíria, a qual a própria Ziegler pilotou em diversas missões da Overwatch.

Apesar de suas contribuições para a Overwatch, ela se estranhava constantemente com seus superiores e com os objetivos globais da instituição. Quando a Overwatch se dissipou, Ziegler se dedicou a ajudar aqueles afetados pela guerra.

Apesar de passar a maior parte do tempo cuidando dos que tudo perderam nas áreas em crise ao redor do mundo, pode-se contar com a Dra. Ziegler para usar sua armadura de Valquíria sempre que inocentes estiverem em perigo.

SYMMETRA:

Nome verdadeiro: Satya Vaswani, Idade: 28
Ocupação: Arquitécnica, Base de operações: Utopaea, Índia
Afiliação: Corporação Vishkar.

Após a Crise Ômnica, a Corporação Vishkar do sul da Índia iniciou um trabalhoso processo de criação de novas cidades autossustentáveis para abrigar a população deslocada da nação. Uma dessas cidades, Utopaea, foi criada com o uso de tecnologias radicais de luz sólida que permitem aos seus arquitetos darem forma a ruas, utilidades e habitações da cidade em um piscar de olhos.

Depois de ter sido identificada como um dos poucos capazes de se tornarem um arquiteto dobrador de luz, a jovem Satya Vaswani foi arrancada da extrema pobreza e posta aos cuidados da academia de arquitetura de Vishkar, sem nunca voltar para casa. Isolada e sozinha na sua nova vida, Satya mergulhou nos estudos e no treinamento. Ela rapidamente se agarrou às aplicações da tecnologia e se tornou uma das melhores alunas de sua turma. Satya abordou a manipulação de luz sólida de uma forma diferente de seus colegas com suas construções mais metódicas e mecânicas. Em vez disso, ela tecia seus constructos com os movimentos da dança tradicional da sua terra natal.

Apesar de ser uma das melhores arquitetas de Utopaea, a Corporação Vishkar viu um potencial muito maior nas habilidades de Satya. Dando a ela o apelido de “Symmetra“, Vishkar a enviou em missões clandestinas ao redor do mundo para defender seus interesses corporativos e expandir sua influência para outros países.

ZENYATTA:

Nome verdadeiro: Tekhartha Zenyatta, Idade: 20
Ocupação: Guru andarilho, Aventureiro, Base de operações: Monastério de Shambali, Nepal (anteriormente)
Afiliação: O Shambali (anteriormente).

Anos atrás, após a Crise Ômnica, um grupo de robôs ômnicos exilados vivenciou o que eles descrevem como um despertar espiritual. Eles abandonaram suas vidas pré-programadas para estabelecer um monastério comunal nas profundezas do Himalaia. Após muitos anos de meditação sobre a natureza da existência, eles passaram a acreditar que eram mais do que inteligências artificiais e que, como os humanos, possuíam a essência de uma alma.

Reconhecendo a igualdade espiritual que tinham com os humanos, os monges, liderados pelo misterioso robô conhecido como Tekhartha Mondatta, procuraram curar as feridas causadas uma geração antes pela Crise Ômnica e trazer humanos e robôs de volta a uma sociedade em harmonia. Sua mensagem foi abraçada por milhares de pessoas ao redor do mundo e eles se tornaram celebridades globais.

Mas um monge, Zenyatta, discordava dessa nova direção. Ele acreditava que o caminho para reparar os problemas entre humanos e ômnicos não era através do ensino dogmático, mas através da conexão e do envolvimento interpessoal.

Por fim, Zenyatta seguiu seu próprio caminho. Ele escolheu deixar o monastério e vagar pelo mundo, ajudando aqueles que ele encontrar a superarem suas batalhas pessoais e encontrarem a paz interior. Mas, quando necessário, ele irá lutar para proteger os inocentes, sejam eles ômnicos ou humanos.

Chegamos ao fim desse atual Especial de 1 ano do lançamento de Overwatch! Perdeu alguma das listas anteriores? Confira:

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