Um filme, um tema e muita confusão! Isso é basicamente o que resume o filme Do que as mulheres gostam! Se você já assistiu, sabe do que estou falando, mas se não teve ainda a oportunidade, corra e assista logo! Principalmente se você é homem, esta é uma das melhores formas de entender o que acontece quando nós, mulheres, dizemos que estamos fazendo 1000 coisas ao mesmo tempo. Nosso HD permite! 😉

 

Tudo bem, o filme é de 2000, ou seja, antigo já… E a maioria aqui já assistiu, nem que tenha sido na Tela Quente da Globo né? Mas sempre tem aquele um ou aquela uma que nunca assistiu o filme do qual estamos falando. Então, um ou uma…é com você mesmo que estou falando!

 

Do que as mulheres gostam é um filme que lembra muito o famoso brasileiro Se eu fosse você. Assim como no filme brasileiro, a conta de um anunciante que fala para o público feminino é o centro das atenções de uma grande agência publicitária. E assim como o filme que troca as personalidades dos personagens centrais, a produção hollywoodiana de Mel Gibson tem um fenômeno nada normal que ajuda o publicitário a entrar no desconhecido universo feminino.
Após escorregar e cair no banheiro de seu apartamento, o renomado publicitário Nick Marshall passa a ouvir os pensamentos das mulheres – inclusive os de sua nova chefe Darcy Maguire. Obviamente que Nick aproveita suas novas habilidades para encontrar a resposta que nem Freud conseguiu: Do que as mulheres gostam? E de repente, aquele cara que era acostumado a criar grandes campanhas para marcas de uísque, carros e cigarros, se vê diante de um enorme desafio: criar a nova campanha para a linha feminina de tênis da Nike.

 

O filme apresenta o retrato de um publicitário brilhante que é visto em sua área como um gênio abençoado, que acorda tarde e bebe vinho caro para ativar sua criatividade. Ele tem uma educação totalmente fora dos padrões normais da sociedade e ouve muito, mas não escuta muito bem (tendeu?). É um cara que não lembra da idade da filha adolescente, casa-se com a mesma frequência que vai ao cinema e dança ao estilo Fred Astaire enquanto ouve Frank Sinatra.

 

O verdadeiro retrato de um homem típico dos anos 90 que valorizava sua carreira mais do que qualquer interação familiar com a esposa e filhos. Um homem pré-destinado para trabalhar e não para sentir. Um homem que não está nada na moda hoje em dia.

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