Sim, eu tomei coragem e vou escrever sobre o segundo filme da trilogia do Hobbit – A Desolação de Smaug. Depois de assistir na pré estreia e novamente esta semana pois eu achava que não estava 100% claro tudo o que tinha acontecido no filme, ainda não me sinto capacitada para criticá-lo, portanto, foi falar apenas sobre alguns pontos que achei interessante e sintam-se felizes com isso, rsss.

Para começar nosso querido Gandalf não viajou para a Nova Zelândia para gravar este filme por motivos de saúde, portanto, todas as cenas em que ele aparece, as gravações foram feitas em estúdios nos Estados Unidos. Ah, mas o filme ficou muito falso, com imagens forçadas demais e mimimi… Ok, não vou dizer que ficou a coisa mais linda do mundo, mas deixem de ser chatos e exigir uma perfeição absurda para tudo o que vocês vêem. O cara passou mal e tiveram que gravar as cenas dele em estúdio, o que podemos fazer? Reclamar nem sempre é a melhor opção.

kate

Um grande aplauso para a querida Kate de Lost, a Tauriel. Ela não tem porte e nem rosto de elfa, mas enganou bem durante o filme inteiro. No começo comentei: “Nossa, nada a ver ela de elfa, não vai rolar”. Mas depois acabei esquecendo e ela interpretou tão bem as cenas de lutas que eu fiquei tão apaixonada quanto sou pelo Legolas. Um ponto para a Kate e sua belíssima entrada no mundo Tolkien, que ela seja muito bem vinda e pegue o anão gato da história.

ciade do lago

Um super ponto positivo do filme foi a cidade do Lago. Linda, completa para um cenário de RPG, com uma trilha sonora emocionante, personagens bem característicos de uma cidade de Tolkien em decadência. Simplesmente uma das melhores coisas do filme, as interpretações foram perfeitamente escolhidas, os personagens estavam encantadores. Eu fiquei apaixonada pela cidade, aplaudo de pé todas as cenas de Bard e todo o restante dos moradores. Doida para ter essa cidade e a sua trilha sonora em algum D&D que jogo.

Thranduil

Ovacionado por todos que estavam no cinema comigo, Thranduil mandou extremamente bem em todas as suas cenas. As expressões faciais, a arrogância de um elfo nobre e antigo, as roupas, os movimentos sutis e encantados ao mesmo tempo, a forma com que faz a sua política, enfim, o resumo deste personagem é: perfeito – sem mais.

Estou ansiosa pelo terceiro filme, claro, como todos, já que me colocaram aquela frase de “o que foi que nós fizemos” no final e um dragão indo em direção a cidade do lago. Mesmo já sabendo a maioria das coisas que acontecerão no próximo filme e final da história, é sempre um grande prazer assistir a obra de Tolkien seja onde for, interpretada por quem for, da forma que for. O resto, quem reclama o tempo todo, ou não é fã ou se acha fã até demais. Mas enfim, aguardemos ansiosamente juntos! E diz aí o que você achou também!