SERÁ ISSO UM PROBLEMA PARA O FILME?

Death Note era um dos maiores mistérios que a Netflix tinha em mãos até o presente momento. Por muito tempo o serviço de streaming não lançava nenhuma informação sobre a sua adaptação de um dos mangás mais famosos e aclamados do mundo.

Após o primeiro trailer ser revelado na tarde de ontem, uma onda de críticas negativas foram feitas à Netflix pela escalação do elenco, já que todos os atores do filme são americanos, algo que já aconteceu com outras obras asiáticas, como por exemplo Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell.

Uma petição acusando o serviço de whitewashing foi criada por Sarah Rose. Segundo a mesma, a trama de Death Note é cheia da cultura e identidade japonesa. Por esses motivos, o filme não deveria ter um elenco repleto de atores brancos, sendo isso algo que vai contra a própria alma da obra.

Até o momento da publicação dessa postagem, a petição já teve mais de 3,300 assinaturas, faltando pouco menos de 700 assinaturas para o alcance de sua meta, 4,000 assinaturas.

No elenco do filme live-action de Death Note já foram confirmados Nat Wolff (Light Turner), Keith Stanfield (“L”), Margareth Qualley (Mia Sutton), Paul Nakauchi (Watari) e Shea Whigham (James Turner). Além disso, Willem Dafoe será o dublador de Ryuk.

O filme ainda não tem data confirmada para estrear, mas sabemos somente que será ainda nesse ano.

Death Note  é uma série de mangá escrita por Tsugumi Ohba e ilustrada por Takeshi Obata. Os capítulos do mangá foram serializados na revista semanal japonesa Weekly Shonen Jump de 2003 até 2006, com os capítulos compilados em um total de 12 volumes tankobon e lançados pela editora Shueisha. No Brasil, a série de mangá foi licenciada publicada em duas versões pela editora JBC, que também lançou as duas light novels da série.

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