Faltando poucos dias para a estreia da terceira e última temporada de Dark, assistimos os episódios e resolvemos trazer para vocês nossas primeiras impressões, da aclamada série original Alemã da Netflix… Mas fiquem tranquilos, não contém spoilers!

O terceiro ano do show, gira em torno do apocalipse eminente, uma trágica história de amor (descrita assim) e na tentativa de -FINALMENTE- quebrar o ciclo infinito.

Desde a temporada 2, Somos levados a questionar “Não quando, mas Onde”, e mais uma vez Baran bo Odar vai além dos conceitos de tempo e espaço, e introduz com ainda mais ênfase os conceitos bíblicos que já vimos ao longos destes anos, mostrando assim que ciência e religião caminham lado a lado.

A fotografia acerta novamente, e mesmo a edição tendo sido finalizada remotamente, não deixa nada a desejar. No entanto, confesso que a maquiagem de Adam ainda me incomoda, mas é algo pessoal mesmo e nada que venha a descredibilizar a produção como um todo.

O elenco evolui e entrega uma atuação honesta além do casting, que desde o início é um show a parte da produção. Isso nem precisamos falar, não é mesmo?! Destaque para o Louis Hoffman que entrega de maneira digna um personagem múltiplo, profundo e muito bem construído.

Nossas primeiras impressões concluem dizendo que a série encerra com maestria, em meio a uma teia cronológica, com inúmeras reviravoltas de tirar o fôlego. Teorias serão refutadas e pontas soltas serão amarradas. Mas, fique atento para não perder um único detalhe.

Todas as duas temporadas de Dark estão disponíveis na Netflix. A terceira temporada estreia dia 27 de junho.

Aproveitem para conferir nossa playlist da séries!

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