Olá pessoal, tudo bem? Preciso, antes de mais nada, me desculpar com vocês pois na semana passada eu me confundi completamente – coisa de quem inventa de escrever post as 3 da manhã – e coloquei tudo como se fosse o quarto episódio, na verdade, hoje estamos no sexto episódio, ok? Agora estamos ajustadinhos, juntos e ninguém nos separa! Vamos ao review do sexto episódio então, ok?

 

Não sei se vocês estão sabendo, mas assim como Game of Thrones, Da Vinci’s Demons está em ritmo de encerramento. A primeira temporada tem apenas oito episódios e estamos no sexto! 🙁 Em apenas duas semanas, nos despediremos das minhas duas séries favoritas de começo de ano, ai ai, o que será da minha vida? Simples, True Blood! <3 Nunca poderemos nos desanimar! Sempre temos uma série para entrar em nossas vidas!

 

da vincis demons devil

 

Agora vamos ao que interessa. Cada um dos episódios de Da Vinci’s Demons conseguiu ser especial da sua forma bem particular. Porque estou dizendo isso? Geralmente, uma série como esta, Game of Thrones e The Walking Dead, possui um enredo central que vai se desenrolando e enrolando ao passar dos episódios e temporadas. Da Vinci’s Demons conseguiu se desprender dos padrões de história que estamos acostumados. Todos os episódios tem início, meio e fim, tem personalidade própria – por mais que estejam todos interligados por um principal enredo. Mas não terminamos um episódio agoniados pela próxima semana, terminamos satisfeitos. É bom isso né? Eu super curti a fórmula que eles encontraram nesta série.

 

Neste sexto episódio, conhecemos um personagem bem caricata, bem famoso e bem estranho – o Dracula. O sujeito se apresentou na série como um homem torturado por turcos (não, não é coincidência, o guru de Da Vinci é turco sim e foi ele quem mandou nosso artista ir até lá) quando era criança. De acordo com a história contada, ele passou anos na prisão, ficou cego, perdeu esperanças, se aliou a morcegos e perdeu a fidelidade de seu irmão que, convenientemente, se bandeou para o lado turco da história. Incapacitado de pensar em qualquer solução para sua vida, Dracula simplesmente fez um pacto com Lucifer e vendeu sua alma em troca da liberdade. Sinistro? Mais ainda quando a gente assiste aos adorados cães de Dracula mordendo e comendo o pescoço de um de seus prisioneiros – prisioneiros estes que eram pendurados do lado de fora de seu castelo. E aí você pensa: Assim nasce uma lenda! Fantástica a forma que a história foi conduzida.

 

da vincis demons friend

 

Como todo bom herói, o que seria de Da Vinci se não fossem seus amigos. Depois de um longo transe – que seu guru adora colocá-lo sempre que aparece – Da Vinci se pega na estrada com seus fiéis escudeiros, que, por sinal, haviam cuidado de tudo para que eles tivessem provisões suficientes. Bom, ele chega no castelo do Dracula como se realmente soubesse de tudo, como se tivesse controle de tudo, do modo mais clássico de Da Vinci ser mesmo. Ele é orgulhoso e metido, mas nem sempre isso resolverá seus problemas.

 

Da Vinci é levado ao castelo de Dracula para que salve um cartógrafo que poderá ajudá-lo a decifrar o mapa (da américa do sul). Ele então vai, entra no castelo convidado pelo próprio Conde, janta com ele, assiste aos teatrinhos e momentos de demonstração de terror, até que, espertamente, ele droga a todos. Mas Da Vinci, com sua surdez (habitual de quem acha que sabe de tudo), não presta atenção quando Dracula diz que não tem alma e que não pode morrer. Ele encontra o prisioneiro, retira-o de sua cela (linda por sinal) e, curiosamente, precisa ainda enfrentar Dracula que não morreu e nem desmaiou mesmo. A luta é simples, rápida e sem lamúrias. Bem ao estilo da série – sem foco no que não é necessário mesmo.

 

Da Vinci então sai do castelo e leva seus amigos e o cartógrafo para longe dali – ele então precisa lidar, pela primeira vez com seu fracasso, cena incrível por sinal. O homem morre, mas antes de morrer, ele precisa, claro, falar algumas palavras. A forma de decifrar o mapa está dentro de seu corpo e ele pede que Da Vinci corte quando ele morrer. Ele ainda diz que Da Vinci precisará ir ao templo do sol, mesa do sol aliás – gente é Machu Picchu! Vai por mim, rsss… <3 Ansiosa! E ainda joga a bomba de que a mãe do artista está viva. WHAT? Pois é…

 

da vincis demons papa

 

Enquanto isso, do outro lado, mais propriamente em Roma e Florença, a politicagem invade mesmo a história. Lorenzo procura um aliado para invadir as terras do norte que, atualmente pertencem a Roma. Fechada a aliança, ele ainda reúne seus inimigos de Florença para oferecer seu irmão para uma mulherzinha lá que seria politicamente correto e errado ao mesmo tempo. (É só isso mesmo que dá para assimilar ainda). Lucrezia, por sua vez, corre para Roma para contar ao Papa que Lorenzo está planejando esta guerra e invasão. O Papa dá um ataque de perereca e oRiario manda matar (secretamente) Lucrezia. Basicamente esse foi o resumo dos que ficaram para trás. 😉 Vamos aguardar ansiosamente o próximo episódio para ver quando Da Vinci vem para a américa! Fique com o teaser do sétimo episódio!

 

 

Você vai gostar também de:

 

game of thrones GUILDMAIN the walking dead maquiagem charmed

 

Perfil Coxinha

Coxinha Nerd

Já estou com saudades, que venha logo a segunda temporada!
A favor dos nerds e contra a tirania dos Kibes.
Facebook | Twitter

Compartilhe: