Como todos sabem, no último dia 05 de setembro Freddie Mercury, se estivesse vivo, completaria 68 anos Como alguns também sabem, o Queen é uma das minhas bandas preferidas e é sempre um prazer ouvir o legado que ele junto com Brian May, John Deacon e Roger Taylor nos deixou. Por isso como forma de lembrar a data com carinho, resolvi colocar aqui cinco das minhas músicas preferidas do Queen (não necessariamente nesta ordem) e o porquê delas ainda me emocionarem tanto, mesmo a maioria tendo aí seus quase quarenta anos.

Killer Queen (Sheer Heart Attack, 1974)

Lançada como single em 1974, Killer Queen alcançou o segundo lugar nas paradas britânicas e se tornou um dos primeiros sucessos do Queen. Sua letra fala sobre uma prostituta (não foi especificado por Mercury, o autor da letra se se tratava de uma história verídica) e um dos principais triunfos desta música é o solo absolutamente perfeito e original de Brian May – aliás, outro responsável pelo fato do Queen ser uma das minhas bandas preferidas.

Crazy Little Thing Called Love (The Game, 1980)

Freddie escreveu sobre essa coisinha louca chamada amor em 1979 em “apenas dez minutos”, segundo o baterista Roger Taylor. A música é considerada um tributo a Elvis Presley, devido ao seu estilo rockabilly (além dela, apenas Man on The Prowl de 1984 segue o mesmo gênero) e alcançou o topo da Billboard nos EUA em 1980. No Brasil ela também fez um sucesso estrondoso: foi a terceira música mais tocada do mesmo ano.

Eu particularmente gosto de Crazy Little Thing Called Love por achá-la fofinha, aquela música que você canta bem quando está apaixonada – o que não é o meu caso no momento, mas ainda assim não tem como não achar o mundo uma gracinha ao ouvi-la.

You´re My Best Friend (A Night at The Opera, 1976)

Ooh you’re the best friend that I ever had

I’ve been with you such a long time

You’re my sunshine and I want you to know

That my feelings are true

I really love you

Oh you’re my best friend”

Ainda na linha de muito, muito amor, You´re My Best Friend na verdade não foi escrita por Freddie Mercury e sim pelo baixista John Deacon para sua esposa (ounnn!). Inclusive é Deacon quem toca o piano elétrico tão marcante na música, já que Freddie não gostava deste tipo de som e se recusou firmemente a tocá-lo.

Aí vocês perguntam: se a música não foi composta pelo Freddie Mercury que sequer quis tocar o piano nela, o que ela  faz numa lista de tributo a FREDDIE MERCURY?? Bom, eu considero esta uma das melhores interpretações de vocal dele e uma das mais bonitas. Tão marcante quanto a próxima música desta lista.

Somebody To Love (A Day at The Races, 1976)

Acho que é até uma escolha óbvia e clichê, mas é porque dispensa maiores justificativas a inclusão de Somebody to Love nesta lista. Além de ser uma das letras mais bonitas do Freddie, todo o conjunto da melodia, solo, harmonia, a introdução do piano, é tudo absolutamente perfeito. Mesmo quem não gosta de Queen (?) gosta dessa música. E se você não gosta dessa música, me desculpa mas você tem problemas bem sérios. Eu te recomendo a dar o play neste vídeo acima e repensar seu conceito.

Don´t Stop Me Now (Jazz, 1978)

Pra mim, um dos maiores momentos de inspiração de Freddie Mercury é eternizado em Don´t Stop Now. Todo esse ritmo mais forte e um rock cheio de energia numa letra confiante e inspiradora. Não tem como não se sentir invencível ouvindo esta música (eu recomendo fortemente a ouvi-la fazendo sua corrida matinal. Mais motivadora, impossível).

Além disso, ela também inspirou aquele é, que na minha opinião, um dos maiores e mais geniais doodles do Google de todos os tempos. Foi feito inclusive para celebrar o aniversário de Freddie de 65 anos, em 2011:

Querido Farrokh, que falta você nos faz.

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