MUDANÇAS SEMPRE TEM EXPLICAÇÕES!

O Live-Action de A Bela e a Fera, foi lançado este ano, e causou polêmica nas produções da Disney, por trazer o primeiro personagem gay das grandes animações da Disney

Original de 1991, A Bela e a Fera, conta a história de uma menina que se apaixona por um monstro, que na verdade trata-se de príncipe que foi enfeitiçado.

O filme foi lançado em 17 de março deste ano (2017), e trouxe mudanças e polêmicas, quando o diretor Bill Condon, afirmou que o puxa-saco LeFou e homossexual.

Hoje o site ScreenRant, divulgou uma entrevista com ele. Ele  falou sobre o por que das mudanças no personagem LeFou:

“Ele é um saco de pancadas ( no filme animado ) e isto não é credível em Live-Action, para que Josh Gad seja perfurado a cada segundo”

Gad, disse que as mudanças foram também para que fosse trazido um personagem  de apoio e mais humanamente, e não só um companheiro

“Há muita comédia física louca que eu não penso necessariamente traduz-se para esta versão do filme, então era sobre descobrir como mudamos as coisas​, como os tornamos mais humano ? Isto veio como uma questão de consciência para mim. Esta ideia de adoração falada, como é isso ? Se é um cara que e admirado por todos estes anos, sem questionar e fazer coisas que ele tem que pôr em dúvida. Acho que isto cria conflitos e isso cria uma versão mais interessante, e tridimensionada deste personagem”

O filme recebeu muitas críticas positivas, por abordar este questionamento.

A sinopse do filme é a seguinte: “Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela (Emma Watson) tem o pai capturado pela fera (Dan Stevens) e decide entrega a sua vida a o estranho ser em troca da liberdade dele. No castelo ela descobre objetos mágico é que a fera na verdade é um príncipe que precisa de amor para voltar a ser humano.”

Veja a crítica do nosso site sobre o filme logo abaixo!

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