Backstreet Boys: Show’em what you’re made of!

-por , em 25/04 -
Backstreet Boys: Show’em what you’re made of!

Olá, pessoas… Todos sabem que o fim de semana dos dias 18 e 19 de abril foi o fim de semana do pop, não é?! Tivemos muito de BSB, minha gente!!! Para quem não sabe, os Backstreet Boys completaram 20 anos de carreira em 2013 e por isso, eles decidiram fazer um documentário para presentear os fãs, aqui no Brasil, reproduzido pelo Cinemark. Eu, como sou fãs das antigas, não pude deixar passar, então eu fui, e assisti. E gostei, minha gente! Falarei um pouco do que vi para vocês!

A história dos Backstreet Boys

Olha pessoal, como muitos dos expectadores disseram, este foi um ótimo aquecimento para os shows que acontecerão em junho (mais precisamente nos dias 12, 13 e abriu para o dia 14, aqui em SP. No Rio, dias 8 e 11 de junho, em Belo Horizonte dia 9 e Rio Grande do Sul, dia 15) e nos foi contado toda a história do grupo, desde a escolha dos integrantes, os shows de começo de carreira, o quanto que eles ralaram, foram vaiados, do antigo empresário que até chegou a ser preso e tudo mais… Foi muito densa e intensa o começo da carreira deles…

backstreet boys

Vimos várias curiosidades, como o fato de Howie D, a princípio, ser a voz principal, mas que com o tempo fora substituído por Brian e como isso o afetou, uma vez que ele foi deixado cada vez mais atrás. Também foi mostrado o processo de libertação deles, de meninos que recebiam ordens a homens que agora escolhem o que acham melhor para eles, em processo de escolha de música, composição, etc. Da sabotagem que sofreram do antigo empresário, pois, do mesmo jeito que ele inventou os BSB, ele  inventou o grupo rival, N’Sync… Enfim, deu para ter uma boa ideia de tudo. Além de trechos de shows deles de várias épocas, inclusive, os atuais.

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Backstreet Boys por Backstreet Boys

Fora mostrado, também, um pouco da história pessoal de cada um, e não temos histórias muito fáceis. O que eu achei interessante neste documentário é que quebrou, pelo menos pra mim, aquela visão de que eles são artistas, semi-deuses, que são completamente felizes e têm a vida dos sonhos. Viu-se muito sentimento e adorei conhecer esse lado. Percebeu-se a amizade entre eles, a solidariedade, a preocupação que existe e que eles não são mais um mero produto ou seres individualizados dentro de um grupo, há harmonia entre eles.

Kevin, por exemplo, contou a história do pai dele que mexeu e mexe muito com ele (inclusive retratado no clipe de Show me the meaning of being lonely), acredito que ele foi um dos que mais chorou neste documentário. Chorou ao contar a história dele, chorou quando Nick chorou ao contar a história de sua vida, ele é o paizão mesmo de todos, e cuida de verdade. Brian, com o seu problema nas cordas vocais que está prejudicando um pouco o seu desempenho, também o emociona, ele e aos demais, e por conta disso, até fez o público torcer um pouco o nariz para o Nick, por cobrar muito de Brian.

Nick, por sua vez, teve uma infância muito difícil, cresceu em um bairro que, como ele mesmo disse, se ele não tivesse entrado no grupo, muito provavelmente, ele estaria drogado ou teria virado bandido. Não fala com os pais há uns 7 ou 8 anos, por conta da infância difícil que eles proporcionaram a ele e seus irmãos. Regado de brigas, tiros para o alto e tudo mais. Seu refúgio era a escola, e ele se emocionou muito lá. Howie e A.J. tiveram a vida mais tranquila, na infância.

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Mas mesmo assim, fora falado do problema das drogas que A.J. tivera por volta de 2000, o que fez ele entrar para a clínica de reabilitação, e ele contou como Kevin foi importante no processo. Além de Nick que passou por um processo semelhante de drogas e a luta contra o aumento de peso. Tudo bem que, se compará-los a nós, reles mortais, eles têm uma vida muito fácil, mas nem sempre foi assim, e eu achei muito bacana eles mostrarem esse lado para nós. E é claro, a superação de todas as dificuldades!

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O acústico após ao documentário

Pelo tanto de coisa que eu contei acima, deu para perceber que o documentário foi gigante, e foi mesmo, e ainda assim, eles ainda nos presentearam com um acustiquinho (foi pequenininho) com a 5 músicas, gravação que fora realizada na Inglaterra e foi muito bonitinho. Eu queria mais do acústico, mais de Backstreet Boys, mas tudo que é bom, tem um fim, né pessoas?! E assim, eles nos deixaram com gostinho de quero mais e cada vez mais ansiosos para o show! Quem assistiu, espero ter gostado tanto quanto eu, e quem não assistiu, espero ter passado uma boa visão!!! Até mais e ansiosos para junho!!! Beijos!!! E ah… Acho justo darmos uma aquecidinha para o show aqui, também… Por isso, vou colocar algumas músicas (preferidas minhas) aqui para gente, ok?! Beijinhos!

Começando com a Show’em what you’re made of que, além de ser o nome do documentário, fora escrito pelo Kevin e pelo AJ,para a filha deste último… Coisa linda!

Admito que a Shape of my heart não era uma das minhas favoritas até eu assistir ao documentário, tirando desse contexto romântico, se encaixa muito para o AJ e o seu processo de reabilitação.

É uma apresentação de 1999, mas adoro eles dançando neste vídeo! I want it that way/Larger than Life

Não poderia faltar a More than that… Amo demais essa música!

Helpless when she smiles, sem o Kevin 🙁 Mas a música é linda!

E para terminar, o que não poderia faltar, né?! BACKSTREET’S BACK, ALRIGHT!!!

É isso aí, pessoas!!! Até junho!!!

Cris Siqueira
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Cris Siqueira

Nerd, administradora, RPGista, apaixonada por gastronomia, curiosa sobre todos os assuntos e acha que Darth Vader é Deus. Gasta seus “bons tempos” escrevendo, lendo, vendo seriados e viajando. Reza todos os dias para tirar sempre 20 nos dados e nunca morrer no meio de uma batalha!

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