Olá pessoas, como coxinhos estamos sempre atentos a conscientização, por isso achei legal compartilhar este anúncio com vocês, o tema do assunto é tão importante que isso deveria se tornar mundial. Uma agência chamada Anar fez uma propaganda onde só as crianças conseguem visualizar o verdadeiro anúncio.   A agência utiliza a tecnologia de impressão lenticular que reproduz as imagens impressas com a ilusão de profundidade, como aquelas figurinhas de personagens de desenhos animados que de um ângulo você vê uma figura e de outro ângulo vê outra figura, quando se é movimentada para cima e para baixo.   anuncio emocionante

 

A agência criou um cartaz localizado em lugares populares como um ponto de ônibus, que transmite uma mensagem secreta para as crianças, eles calcularam a altura média de um garoto de 10 anos ou 1,20m/pessoa e colocou uma mensagem apenas visto quando se olha para o cartaz daquela altura.

 

Já os adultos apenas veem uma criança triste, mas os pequenos veem uma criança machucada e maltratada. O anúncio alerta os pequenos para ligarem e pedirem ajuda não se sabe se o agressor está ao lado! Veja o vídeo:

 

 

Opinião: No que respeita aos abusos sexuais, o caso é preocupante. De nada valeram, ou pouco significado tiveram, as inúmeras campanhas, denúncias, que ao longo da última década motivaram autoridades, comunicação social, opinião pública e publicada para este combate sem tréguas à pedofilia. Há um país obscuro, animalesco, sem limites éticos, nem referências morais, que se mobiliza para a defesa dos direitos de cidadania, que reage à ameaça da perda desses direitos, que continua a tratar crianças como coisas, que podem ser objeto de satisfação perversa, que não reconhecem a dignidade dos indefesos.

 

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O crescimento do bullying (práticas de violência física ou psicológica) de um ou mais alunos sobre um colega revela mais da desestruturação das famílias, da degradação das solidariedades verticais onde assenta a educação, a disciplina, o respeito pelos outros do que sobre as atitudes das crianças agressoras.

 

Quer uma quer outra situação são indícios fortes da ausência de políticas de família sustentadas, num tempo em que transformam rapidamente os conceitos de família que herdamos de um tempo onde o conhecimento e a globalização não chegavam aos mais pequenos com a mesma velocidade. Os números divulgados merecem reflexão. Sobretudo lidos à luz de princípios humanistas, em espaços em que o dinheiro não é a medida de todas as coisas.

 

Fonte: Francisco Moita Flores, Professor Universitário

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