Baseado no conto de Philip K. Dick (The Adjustment Team) e com a direção de George Nolfi (diretor de Timeline, Ocean’s Eleven, The Bourne Ultimatum, entre outros), o filme atrai e prende a atenção de quem assiste. A história é classificada como sendo de Ficção Científica, mas a sensação não é esta ao assistir. O contexto é inteligente e divertido. Detalhes como a utilização de artigos antigos para tecnologias avançadíssimas chama mais a atenção do que se equipamentos modernos tivessem sido utilizados. Matt Damon (congressista David Norris) e Emily Blunt (dançarina Rachel) possuem uma química incrível e conseguem passar verdade e paixão nas cenas simples que fazem juntos no início do filme.

A história gira em torno da vida do congressista David Norris, que está concorrendo ao Senado Americano pela primeira vez. De acordo com o filme, cada decisão que tomamos, por menor que seja, nos leva para caminhos diferentes. Mudando nosso destino, afetamos também as outras pessoas que cruzariam nossos caminhos não escolhidos e, desta forma, gera-se uma rede imensa de caminhos e escolhas de todos os seres humanos. Rachel, uma dançarina que vive sua vida tranqüila e normal é inserida da trama de forma simples e objetiva.

Posso descrever da seguinte forma: De acordo com críticas e resumos, o filme é uma ficção científica, mas não é. De acordo com o trailler, o filme é um romance simples, mas não é. De acordo com a mídia, o filme é uma cópia misturada de vários filmes do diretor George Nolfi, mas não é. Não vou contar muito mais sobre a história, pois vale à pena assistir de forma inédita este filme… Fica aqui a dica, assistam “Os Agentes do Destino”! É muito bom!