E vamos falar de Johnny Depp! “Espera, aí?! Johnny Depp?! De novo, como assim?!?!”. Calma, pessoas… Muito fácil, a explicação. Por que falar de Johnny Depp novamente? Porque ele é um dos melhores atores da atualidade, isso todo mundo já está cansado de saber! E porque ele tem uma excentricidade e versatilidade acima do normal, também.

Além de falar da brilhante parceria que ele possui com Tim Burton que, a cada filme, nos confirma que realmente o ator é um dos mais ousados, sempre apostando em papeis diferentes e bem fora do padrão, isso também todo mundo já sabe. Mas ainda sim, por que falar mais uma vez de Johnny Depp? Conseguem vocês imaginar a enorme pluralidade que este artista possui, atuando não somente no Universo Burton, mas também fora dele, além de alçar voos para outras paragens?! Vem cá, que te conto um pouco!

Em 1984, Johnny Depp, por intermédio de Nicolas Cage, grava seu primeiro filme, A Hora do Pesadelo, mas ganharia mais notoriedade em um seriado de TV, 21 Jump Street (Anjos Fora da Lei), que fez dele um ídolo juvenil e sexy simbol. Conseguem imaginá-lo assim? Até que sim, mas isso era muito pouco para o nosso querido ator.

pluralidade de depp

Nos anos 90, com a sua explosiva atuação no filme de Burton, ele fora reconhecido como o excelentíssimo artista que é, e é claro que oportunidades não iriam lhe faltar. Filmes como What’s Eating Gilbert Grape (Glibert Grape) e Benny & Joon, mostraram uma face muito séria e sensível do ator,  nos mostrando que o ator não é bom somente fazendo filmes diferentes, mas que ele se desenvolve muito bem em dramas e em roteiros doces e fortes.

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Não se pode deixar de comentar em outro filme que deu um grande efeito em sua carreira, Dom Juan deMarco, atuando com nada menos que Marlon Brando, que, por mais que gire em torno da loucura de uma pessoa que pensa ser o Dom Juan, faz com que Depp nos mostre uma face sedutora e contagiante que este possui. E como não se apaixonar por Dom Juan de Depp?!

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Nessa linha mais sensual, ele também aparece no filme Chocolate, que, por muitos não é tido como um dos melhores filmes já feito por ele, mas, não tem como não suspirar por esse cigano que aparece do nada em um vilarejo super recatado, juntamente com Juliette Binoche. Para não falar que ele também não ousou em suspenses, filmes como O último portal, Do inferno e A Janela Secreta, também fazem parte de sua lista.

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Em biografias, ele participou de um dos filmes mais bonitos que já vi, Finding Neverland (Em Busca da Terra do Nunca), atuando como o autor da história de Peter Pan, Sir James Matthew Barrie, nos mostrando uma face infantil, perceptiva e muito doce. Simplesmente emocionante!

 

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Até mesmo em participações especiais, como ele mesmo em Cada Um Tem a Gêmea que Merece e O Imaginário do Dr. Parnassus, como Anthony Sheperd (papel que originalmente era de Heath Ledger que faleceu antes de concluir o filme), também integra a lista! E para não falar que ele também dirigiu, foi diretor de  seu primeiro filme, em 1997, O Bravo, além de atuar, realizou diversos documentários, produziu um animação, Rango, além de participar da produção de A origem dos Guardiões!

 

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Além da franquia de Os Piratas do Caribe e do nosso queridíssimo Jack Sparrow que não tem como de deixar de ser comentado. É claro que deixei de citar vários filmes e trabalhos do nosso querido ator, além dos filmes que ele fez juntamente com o Burton, que sempre foram marcantes e ótimos, mas tentei condensar aqui um pouco do enorme brilhantismo que este artista possui, não somente ator, mas também diretor, produtor, nos encantando tanto na frente, quanto atrás das câmeras.

 

Além de sempre transitar pelo mundo na música. Na verdade a música fora sua primeira opção. De início, o ator queria mesmo ser guitarrista e montou sua primeira banda aos 16 anos. Mas os acasos do destino o fizeram ator, mas ele nunca abandonou a música. Já abriu shows do Iggy Pop e vira e mexe, participa de algum evento musical.