50 TONS MAIS ESCUROS É UM FILME PARA OS FÃS, E NÃO PARA OS CRÍTICOS!

Já de cara, estou escrevendo esse texto sobre, deixando o meu lado fã para trás. Vão ter os que adoraram e os que odiaram sem meio termo. Nessa continuação da trilogia de E. L. James, Anastasia Steele (Dakota Johnson) já tinha terminado com o dominador Christian Grey (Jamie Dornan), e segue sua vida normal, trabalhando numa editora, até que Chris propõe voltar, e ela aceita mas com condições, sem mais segredos.

Tentamos ver esse desenrolar (nem tanto) da relação da historia. O filme foi dirigido por um homem, o diretor James Foley, que por sinal trouxe muito mais drama, apesar da historia vender mais suspense, pois no primeiro foi dirigido por uma mulher. Sentimos essa diferença no filme.

Um dos pontos legais foi a trilha sonora, que foi seguindo de acordo com as cenas, de sexo, e tals. Com Zayn e Taylor Swift, Sia, Halsey, John Legend. Vale a pena conferir, já está disponível no Spotify.

Os personagens estão mais maduros. Sentimos que o casal tem mais química do que do primeiro filme, talvez já com a experiência de 50 Tons de Cinza, então estão mais familiarizado com a história.

O filme é basicamente uma história para os fãs e não para críticos. Isso mesmo. Como no começo desse texto, teremos os que adoram e os que odiaram. A história tem um público alvo especifico, se baseando no livro.

Quanto ao livro, pra quem já leu, foi menos intenso. Talvez a direção ou o roteiro não foram assim tão bons, e não foi tão fiel assim ao livro. Faltou sim personagens que dariam um ar melhor, mas não foi o que aconteceu.

O enredo tem seus pontos altos, que se respira mais alto e seus pontos baixos que te deixam meia sonolenta. Se quer ir no cinema assistir, vá de mente aberta. Ah, tem cenas pós-créditos, então espere.

Cinquenta Tons Mais Escuros está em cartaz em cinemas de todo Brasil!

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