Depois de um tempinho ausente, eu retornei com uma das melhores playlist dessa Coxinha! Lembre-se: A jukebox dessa área é minha! Hoje é dia de clássicos na nossa coluna! Só dinossauros na nossa viagem no tempo! Procurei colocar músicas nessa playlist de bandas que não apareceram ou figuraram pouco nos meus textos por aqui. Então continuem lendo para conhecer um pouco mais das nossas playlists!

Começando a brincadeira, nós vamos de Led Zeppelin com “Ramble On”. Gosto do Swing dessa canção. Lançada no álbum “Led Zeppelin 2”, a música mostra toda genialidade do conjunto: A cozinha magistral de Bonham e Jones, os riffs delirantes de Page e toda interpretação de Plant. Uma aula de Rock n´Roll.

Seguindo com a brincadeira, temos “Aqualung” , de álbum do mesmo nome do Jethro Tull. A estrutura dessa música foge um pouco do padrão, e é o que dá charme a mesma. E tem o lance progressivo, a mistura de trechos de guitarra e violão, vem o piano…e pá! Do nada voltam as guitarras e a bateria acelerada. A primeira audição dessa canção é um deleite.

A obra-prima que vem a seguir é como se fosse o pré-ínicio do Punk. “I Wanna be Your Dog” é um belo tapa na cara do “The Stooges”. Esse diretaço saiu na bolacha de mesmo título da banda, e influenciou muita gente no lado punk da força. “A horse with No Name” do America é uma aula de “Soft Rock”. A letra é animal, os arranjos simples, mas lindos e os refrões grudentos. Não entendo como essa música não é tocada em luais Brasil afora. Eles preferiram Legião Urbana…

Tem que ter BR na lista né? “Polícia” do Titãs, além de ser tocada a exaustão rádios em todo Brasil, virou cover de geral em festivais por aí. Até o Sepultura fez sua versão da mesma.

Seguindo com trupes tupiniquins, temos Barão Vermelho! Sim! Não curto muito Cazuza, mas seu tempo na icônica banda foi bastante produtivo. “Beth Balanço” pode tocar em qualquer lugar, em qualquer momento e chamará a atenção.

O Joy Division com aquele style deles arrebataram fãs por todo mundo. E “Love Will Tear Us Apart” virou um hino dos caras. Mesmo meio paradona, a letra é fodona.

Deixando a coisa mais sexy, “You Sexy Thing” do “Hot Chocolate” tem um baixo fuderoso que praticamente te obriga a mexer alguma parte do corpo. A percussão, seu riffzinho de guitarra e os tons de orquestra no fundo completam essa belezura.

 

Aretha Franklin em “Respect” mostra ao mundo como se canta. Que voz senhores e senhoras. Os mais novos que não tiveram contato com essa moça, aviso: Altamente viciante. Cantoras pop deviam beber dessa fonte.

 

E finalizando, “Rumours” do “Fleetwood Mac” é para o final da noite, voltando para casa, pronto para relaxar. A típica canção para escutar no seu transporte cantando juntinho e torcendo para distância entre você e sua cama diminuir.

 

https://open.spotify.com/user/12171814359/playlist/2jS7ihe7lVhnD9LjdGj4K2

Não lembro se coloquei em algum post anterior, mas criei uma playlist destruidora de covers. Nela contém nomes como Mystic Prophecy, HoneyWagon, Rodrigo y Gabriela, Iron Horse, Amon Amarth(!!!) e Hozier. Se não postei antes, eu posto agora:

A questão que fiz outra playlist de covers igualmente boa! Nessa tem Stone Sour, Hollywood Vampires, Galactic Empire, Steelheart, Motorhead, Korn e Hammerfall. Os homenageados são surpreendentes de acordo com quem toca. Kiss recebeu uma versão pesada, Pink Floyd virou New Metal, Rolling Stones ficou pesadona, Led Zeppelin ficou rocker, “My Generation “ idem e Iron Maiden ganhou os vocais trabalhados de Corey Taylor. Divertidíssimo!

Três trilhas para matar a saudade né? Acho que tá bom. 😀
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