Orphan Black é uma série única, cheia de mistérios e que faz um mix do que temos de melhor atualmente: roteiros incríveis, tecnologia e muitos bons atores. Outro dia postei aqui algumas curiosidades sobre as gravações (deve ser surpreendentemente cansativo ser a atriz principal dessa história) e todo mundo curtiu bastante! Bom, eu terminei agora a segunda temporada e já posso dizer que, gente, o que é Orphan Black for real? A série é absolutamente viciante e já estou ficando de saco verdadeiramente cheio com esses hiatos longos entre as temporadas. A história me deixa de ponta cabeça toda vez que tem uma reviravolta, espero que eles mantenham essas guinadas incríveis na próxima temporada também.

Para começar, o que foi aquela mudança de postura de Paul? O cara já se apresentou em 3 lados desde o começo da série e estamos somente caminhando para a terceira temporada. A atuação do cara é impecável, dependendo do lado que ele está, sua feição e postura mudam completamente. Sra. S é outra que não para de me surpreender e, nesta segunda temporada, mostrou que não disse praticamente nada ainda a que veio. Doida para ver sua participação na cabala e, mais doida ainda, para entender o que ela esteve fazendo com Sarah esse tempo todo – para quem acha que já entendeu alguma coisa, acho que podemos esperar grandes reviravoltas ainda.

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Minha clone favorita continua sendo Cosima, seguida da louca Helena, claro, mas Rachel mostrou muito bem a que veio nesta segunda temporada. A menina prova, por a + b, que genética não conta muito quando você é criado em um ambiente extremamente hostil. Aliás, achei que o diretor do Daya Institute fosse um cara poderoso o tal, mas acabamos por descobrir também, nesta temporada, que ele não se tratava de mais uma marionete nas mãos da grande e poderosa cabala. P.S. Será que a chata da Rachel morreu ou clones ruins ficam para a raiz? Começa logo a terceira temporada peloamordedeus!

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Outros personagens que me conquistaram de primeira e que merecem todo meu amor e carinho são Felix, Kira, Cal e a namorada da Cosima que eu esqueci o nome. 😉 Felix é o amigo fofo do clube dos clones, gente, ele é hilário e morro de gargalhar toda vez que ele aparece. Inclusive, a cena em que ele puxa Cosima para dançar junto com todas as clones em sua sala é impagável. Tudo bem que dá para ver os errinhos de filmagem, mas também, pudera, são cinco clones, juntas, dançando em uma sala pequena – inclusive, palmas para a atriz Tatiana, que belíssima atuação nas diversas personalidades. Kira é uma fofa, não entendi muito bem o que ela tem de esquisito e especial, mas ela é uma fofa.

Cal conseguiu me conquistar, por mais que eu ainda ache que Sarah merecia continuar pegando Paul. Mas, aparentemente, ela não vai confiar nele de novo, então vamos de Cal mesmo que é o que temos para hoje. Juntos, ele, Paul e Sra. S descobriram o projeto Castor, o lado masculino dos estudos de clonagem – claro, comandado pelo exército americano. O mais impressionante é ver que ainda teremos muitos clones rondando a história, o que me entristece é que o pior personagem de todos os tempos foi escolhido para ser o clone masculino. Não curti aquele ator desde a primeira cena em que participou. Vamos ver como vai ser a terceira temporada. Eu já estou extremamente ansiosa, ainda mais agora que Duncan deixou seu livro comentado para Kira e ela entregou para Cosima. 😉 Gente, começa logooooo!